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10.9.12

Re: Meta Reciclagem, Agente Cidadão, etc

celular tijolo

Msg sobre reciclagem e celulares na Lista Metafora 10 anos atrás.

Re: Meta Reciclagem, Agente Cidadão, etc

16.12.2002 - Falai' metaforas,

Felipe Fonseca escreveu:
Outra coisa, e por isso estou copiando o Aldrin e o Albertão aí: caras, o que que dá pra fazer com um celular doado? O Ike falou que tem um monte de gente que não sabe o que fazer com seus celulares parados, mas ele n‹o tinha certeza sobre aceitar as doações de cells. Dá pra reaproveitar? O que sugerem?
Sei la', posso estar noiando, mas se pam essa paradinha de celular tijolao obsoleto chegar com sms, pode virar parte de alguma aplicacao automatizada de uso integrado e coletivo em vez de servir como instrumento de transmissao de voz de uso individual.

Passa um pano se a ideia for tecnicamente inviavel, ta ligado q nessa historinha de engenheiro nem tenho o dom. Mas imagina tipo uma perua lotacao com mandando sms toda vez q passar por tal ponto da cidade, neguinho usuario se cadastra em algum numero ou site e recebe a msg qdo os dados ponto x horario q ele pedir se cruzarem. Se pam um servidor faz o meio de campo...

Ou tipo aquele raciocinio de vending machine, neguinho manda um sms e a maquininha libera o produto. Ou tipo um device de input de informacao, neguinho digita qq coisa e o sms manda os dados pra um decodificador...

Resumindo, encarar o aparelho celular como uma parte de uma solucao hardware e software maior e de interesse coletivo, o celular doado entra no miolo da maquina maluca e fica so' no sapatinho. Demorou.

Fui, nem me viu!

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Tupi


Re: Re: Meta Reciclagem, agente Cidadão, etc

17.12.2002 - Falai' aldrin, metaforas,

Aldrin Leal escreveu:
Alguém falou sobre sistemas SMS. É possível, mas depende da infraestrutura: A operadora permite que o seu telefone possa ser operado pelo micro, de modo que o mesmo possa passar mensagem automaticamente? As de TDMA n‹o. Se o telefone não puder enviar, tem que ser feito pela operadora. E isso inclusive é oferecido como um serviço por eles. E isso significa receita pra eles.
Paguei um pau, sms ate' umas horas, se pam ate' e' mais barato uscambau.

Alem daquela conversinha q versei na msg anterior
http://br.groups.yahoo.com/group/metafora/message/5598


tive outra ideia maluca pra aplicacoes sms coletivas pa', liga nois tipo um servico online unindo recicladores (carroceiros, catadores de papel, latinha e pvc) e neguinho q quer doar esse lixo reciclavel. Vai vendo, sangue bom cola num site, preenche um form da qtd, materiais, local e hora q quer doar e o site manda um sms pra mao do mano q tiver fazendo a correria mais proxima daquele cep, avisado desse jeito pode ir fazer o catado no predio do truta. E' daquele jeito :-)

Se essa paradinha funcionar, tem q ter o dom de distribuir os celulas e treinar o esquema, se pam em coletivo com a operadora de telefonia e cooperativas de catadores tipo a coopamare.
http://www.uol.com.br/aprendiz/designsocial/coopamare/


Fui, nem me viu!

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Tupi


-> Arquivo: 1.8.2012 : Re Merchandising
-> Arquivo: 1.8.2012 : Assistindo TV digital no iPhone e no iPad com Tivizen
-> Arquivo: 3.7.2012 : Reflexões: Capítulo "Dos Celulares Pré-Pagos e Pós-Pagos"
-> Arquivo: 3.7.2012 : Metáfora remunerada
-> Arquivo: 1.8.2011 : Re: The Revolution Will Be Webified  
-> Arquivo: 28.9.2006 : Recicle1Político 3.0, nós vencemos!
-> Arquivo: 1.6.2006 : Tupiconomics #6 - Por que o brasileiro prefere dar ou jogar fora do q vender um produto usado?

24.4.12

Re: Rap-rpmedia

rap is cnn or something

Msgs sobre rap e hip hop na Lista Metafora (Telecentros) em 2003.

Re: rap-pmedia

24.03.2003 - Falai' maratimba, metaforas,

maratimba escreveu:
oficina de producao musical - hip-hop e musica eletronica misturar apresentacao de artistas e capacitacao cruzar a periferia com produtores, nao necessariamente do centro, mas que em grande parte sao do centro sim
Se pam a conversinha das historias pessoais registradas no drupa vira letra de uma pa' de rap q e' daquele jeito.
Ta' ligado q naquela correria q milianos o Public Enemy ja' versava: rap e' a cnn dos pretos!

1-2 neguinho se joga no freestyle usando os coments do memelab, tem o dom?

Fui, nem me viu!

Nao me acompanha q nao sou novela :-)

\//
Tupi


Re: Re: rap-pmedia

24.03.2003 - Falai' maratimba, izq, metaforas,

Maratimba falou:
mas tava pensando mesmo em buscar gente boa que produz musica com tecnologia. Esse pessoal, ate onde eu sei, ta concentrado do lado de ca.

Ta' ligado q em producao e tecnologia musical nao e' so' a playboizada q tem o dom nao... milianos os musicos, produtores, djs, selos e gravadoras do lado de ca da ponte mandam bem q e' daquele jeito.

Liga nois q nas quebradas gravar master, fita e cd no puxadinho da goma e' de milianos. Se pam ouvi uma historinha d q o ultimo cd do Rzo foi todo feito em cima daquela laje em pirituba, daquele jeito. Neguinho cata a MPC emprestada e se joga, dois palitos e e' nois na fita!

MPC  da Akai e' o bagulho de fazer musiquinha q a banca paga um pau. De repentemente vc tromba com um desses em cada posse, li em algum lugar q o Ice Blue trouxe um MPC na sacola qdo voltou da gringolandia... pessoal do instituto ensinou o esqueminha, 1-2 valeu, vaza, agora deixa com os manos :-)

http://www.akaipro.com

E' copyright, hardware integrado uscambau mas fez a fama, sentiu firmeza?

Izq falou:
putz, eu já tinha vislumbrado a cena. répi é midiatática desde criancinha.
Milianos, se pam o copyleft comecou qdo o Africa Bambaata, fim dos anos 70, usou o disco do Kraftwerk sem pedir licenca como base pra versar em cima e dominar as festas do gueto. Demorou!
"periferia, trabalho, determinação" ou algo assim.
Procedimento? Vixi, ta' no lema da gavioes :-D

Fui, nem me viu!

\//
Tupi


-> Arquivo: 11.4.2012 : Assistindo TV a cabo grátis no tablet iPad e no celular iPhone
-> Arquivo: 9.3.2012 : Funk Paz para os Camelôs
-> Arquivo: 5.3.2012 : Seu nome com letras de graffiti e pixação no Facebook 
-> Arquivo: 14.11.2011 : Nossa língua brasileira
-> Arquivo: 8.9.2011 : Curso de chinês de graça para estudantes da periferia
-> Arquivo: 5.9.2011 : Funk do Capão Redondo no YouTube e no Estadão 
-> Arquivo: 9.8.2011 : Re: Carta Capital - Brown o mano charada
-> Arquivo: 1.8.2011 : Thaide entrevista Mano Brown na TV (Capão Redondo)
-> Arquivo: 7.7.2011 : Guetostar, de volta eu tô no rap
-> Arquivo: 9.10.2006 : Midia autônoma e comunitária na Favela Heliópolis
-> Arquivo: 6.9.2005 : Festa na Favela Godoy para gravação do DVD
-> Busca no Mercado Livre : Rap, DVDs, Hip Hop, Funk e Smartphone

27.3.12

Reflexões: Capítulo "Dos Celulares Pré-Pagos e Pós-Pagos"

Expo Live Paint em Manguinhos - RJ

Msg sobre exclusão social na Lista Metafora em 2002.

Re: Reflexões: Capítulo "Dos Celulares Pré-Pagos e Pós-Pagos"

22.08.2002 - Falai' metaforas, pericardo,
Paulo Colacino escreveu (msg original abaixo):
- Ok, a favela tá celularizada. Mas pra que os manos usam a porcaria do celular? Drogas? Falar, bater-papo, etc?
Bater papo, ficar so' na conversinha ou vender droga e' embacado, se pam o charles mandou bem versando da faxineira do predio dele q usa o celula pra agendar o time sheet uscambau. So' nao e' transacao c2c pq a atravessadora nao libera o numero pq quer levar a propina, e' daquele jeito :-(

Vai vendo como os trutas podem estar fazendo a correria com o celular pelas quebradas:
- taxista/perueiro atende a ligacao de neguinho pedindo corrida, carreto ou conferir se a van pro lauzanne ainda esta' no schedule;
- encanador/eletricista atende a emergencia da madame no veneno pq nao leu o manual do aparelho pa' e tal;
- cozinheira/quituteira a domicilo combina o cardapio da semana pra madame fazer a lista de compras uscambau;
- motoboy faz um scan pra ver qual pizzaria ta' no enrosco com o delivery q e' o q liga;
- pedreiro/empreiteiro acerta o orcamento e monta a equipe on the fly pro puxadinho no sobrado do bacana;
- carroceiro/reciclador combina com os ecohippies da vila madalena a coleta seletiva nao oficial;
- costureira, cabeleireira, manicure, benzedeira, camelo, dogueiro, pagodeiro, dj, mc, prostituta, etc. e' MOBILE e wireless ate' umas horas!

Tem do dom?
- Eu queria saber o somatório do que se gasta com celular hoje e então pensar qta coisa mais útil poderia ser feita com o $$$$.
$$$$? Nem me viu, bacana de telecom ta' ligado q o pre'pago dos irmaos nao gera receita e ta' dando prejuizo a milhao. Sanguebom compra o aparelho na prestacao e nao renova os creditos pq e' caro pra carai, fica so' no sapatinho recebendo ligacao, se precisar ligar e' so' partir pro orelhao q e' o q liga.
Talvez aprender a pensar, aprender a estudar, se auto-desenvolver, se agrupar para resolver problemas da comunidade, sejam coisas mais importantes.
Depois de milianos de telecom estatal (lembra qdo uma linha fixa custava mil dolares?), o celular chegou primeiro no gueto e ainda e' o UNICO meio de comunicacao remota pra uma pa' de manos.  Pra quem tem o dom o barato vira instrumento de sobrevivencia e geracao de receita ate' umas horas, e' claro q se pam depois rola uma conversinha pra combinar de colar no pagode em itaquera de esquina pq e' nois :-)

Demorou!

Agora imagina essa pa' de neguinho microempreendedores, agentes independentes e prestadores de servicos numa network mobile integrada com a web, via sms, wi-fi uscambau? MetaComunidade mil graus... A revolucao nao sera' televisionada!

Eu sei q e' uma merda mas o Brasil e' campeao mundial na reciclagem do aluminio (quase 70%) e tem destaque na reciclagem de outros materiais (papel, etc.) ultrapassando paises de primeiro mundo q investem ha milianos e uma pa' de grana em educacao ambiental uscambau. Se pam a redistribuicao de renda e melhoria da qualidade de vida do povo do gueto pode ser feita sem tira-los da vanguarda das novas atividades economicas q eles inventaram e ocupam: ecobusiness, terceiro setor, entretenimento, microempreendedorismo, manufatura e servicos customizados e marketplace c2c.

\//
Tupi

Reflexões: - Capítulo "Dos Celulares Pré-Pagos e Pós-Pagos"

22.08.2002 - Msg de Paulo Colacino

All

Seguindo as reflexões e baseado nas respostas vamos à mais algumas questões:

- Ok, a favela tá celularizada. Mas pra que os manos usam a porcaria do celular? Drogas? Falar, bater-papo, etc?

- Eu queria saber o somatório do que se gasta com celular hoje e então pensar qta coisa mais útil poderia ser feita com o $$$$. Ok, indagação idiota essa,  mas o que penso é na base, na informação, no conhecimento, na educação que vai dar subsídios à essas pessoas de como utilizar melhor essas tecnologias. Já vi uma pá de moto-boy com celular último modelo numa puta conversa mole pelo aparelinho.

- Aí é que o CAPITALISMO, a Matrix, escraviza essas pessoas embutindo nelas NECESSIDADES que elas na verdade não tem. Comunicação é importante, agora gastar 10, 20% do seu salário com cartão de celular é tiro no pé.

- Na minha lista de prioridades, apesar de ser um techie e viver disso, não vejo a tecnologia como o mais necessário para essas pessoas... Talvez aprender a pensar, aprender a estudar, se auto- desenvolver, se agrupar para resolver problemas da comunidade, sejam coisas mais importantes.

É isso aí.

Cada um tem suas verdades... tudo É e NÃO É ao mesmo tempo.

( ) 's
PR


-> Arquivo: 27.3.2012 : Esquerda e direita
-> Arquivo: 27.3.2012 : Funk Paz para os Camelôs
-> Arquivo: 8.9.2011 : Curso de chinês de graça para estudantes da periferia
-> Arquivo: 1.8.2011 : Re The revolution will be webified
-> Arquivo: 18.7.2011 : Sites de TV a cabo pela internet com pay per view de futebol e BBB
-> Arquivo: 4.10.2006 : Assistindo TV a cabo no computador, de graça, sem baixar nada
-> Arquivo: 28.2.2006 : Movimento FON recebe investimento do Google e Skype, notícia no Wall Street Journal
-> Arquivo: 20.12.2005 : Fim da cobrança por pulsos na conta de telefone pode encarecer acesso web discado
-> Arquivo: 2.8.2005 : TV a gato ou TV a cabo popular por R$ 15,00 por mês
-> Compartilhando Banners : Livro - A Sociedade do Espetáculo
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Smartphones, TV Digital e Tablet

13.11.06

Sites de aluguel de bolsa Prada, games originais, uscambau.



Liga matéria de milianos no Wall Street Journal em português, q sai encartado no Estadão. Tipo rimando sobre uma pá de correria de aluguel de mercadoria usada, tipo posse sem propriedade, na mesma levada do Netflix (aluguel de DVD), uscambau. Tem até esquema com bolsa de marca, tipo grife, Louis Vuitton, Prada, Chanel, Dolce Gabbana, Armani, Christian Dior, Versace, tudo pra alugar, trocar pela web, pagando de gatinha sem comprar nada, pá e tal. Liga o nome do bagulho: Bag Borrow or Steal (Empreste a bolsa ou roube), maior comédia. Olha a conversa:
No mundo da alta tecnologia, não seja tão possessivo. 'Compre, ame e venda'
19/10/2005 - Por Nick Wingfield
The Wall Street Journal

Karl Marx achava que a propriedade privada tinha de ser abolida antes que a sociedade pudesse aperfeiçoar-se. Só que ele nunca viu Mark Rosa trocar seus tacos de golfe.

O professor de ensino básico de Antlers, no Estado americano de Oklahoma, costumava comprar tacos novos a cada dez anos, mais ou menos. Graças a um programa da Callaway Golf Co., ele agora os troca praticamente todo ano. Rosa, de 45 anos, compra seu material esportivo online, enviado pelo correio pela Callaway. Ele manda de volta os tacos antigos na mesma caixa, conseguindo em geral uns US$ 300 por um conjunto que originalmente lhe custou US$ 500.

"Jogo com um cara no clube local — ele tem 70 anos, e ainda usa um conjunto (de tacos) anos 50", diz Rosa. "Há gente como eu, a geração mais nova, que busca a tecnologia mais nova, em busca de uma vantagem."

Por todos os Estados Unidos, pessoas que costumavam comprar coisas agora estão alugando ou trocando imediatamente por coisas mais novas. Esses consumidores se importam menos em ter objetos que sejam realmente deles e mais em ter o mais novo e o melhor. Se antes eles podiam consumir dessa maneira apenas em algumas áreas, como o arrendamento de carros, agora podem fazê-lo com bolsas, eletrônicos, filmes e música.

Por exemplo, o modelo de locação de DVDs inaugurado nos Estados Unidos pela Netflix Inc. — no qual 3,5 milhões de assinantes pagam em geral US$ 18 por mês para alugar filmes enviados pelo correio e devolvidos em envelopes com postagem pré-paga — foi adotado por empresas como Jiggerbug e GameFly para audiolivros e videogames. A RealNetworks Inc., criadora do RealPlayer, aluga acesso a música online. O segmento de mais rápido crescimento da Encyclopaedia Britannica Inc. não é o de livros ou o de CD-ROMs, mas o de acesso online a sua enciclopédia. Os clientes "não pensam mais em possuir esse tipo de produto eternamente", diz Patti Ginnis, uma executiva de marketing da Britannica.

A tecnologia cria e satisfaz esse desejo. Novos produtos ficam obsoletos ou fora de moda numa velocidade assustadora. Ao mesmo tempo, a internet criou um mercado enorme e eficiente para a encomenda de novos produtos e a rápida venda deles em sites como o eBay, a casa de leilões virtual que possui o Mercado Livre no Brasil.

Paul Archambault, um programador de computador de Waterford, no Estado de Nova York, compra e vende na eBay como pessoas pegam livros na biblioteca. Numa madrugada recente, às 3h, enquanto se dirigia ao aeroporto de Albany, ele entrou num Wal-Mart e pagou quase US$ 200 por um videogame portátil Nintendo DS e dois jogos para manter-se ocupado numa viagem a Des Moines, Iowa.

Enquanto esperava o embarque, Archambault fotografou o aparelho, que estava ainda na caixa, e enviou as imagens a um leilão da eBay a partir de seu laptop, usando a conexão sem fio do terminal. Seu anúncio mencionava que ele planejava usar o console apenas no fim de semana. O leilão foi concluído no dia seguinte ao da volta de Archambault, e arrecadou pouco mais que os US$ 200 que ele pagou. "Adoro ter o mais novo e o melhor", explica.

Anos atrás, a eBay Inc. começou a enviar emails aos usuários sugerindo preços pelos quais itens recém-adquiridos poderiam ser revendidos. Houve uma forte resposta de pessoas que queriam vender celulares, iPods, PCs e equipamento esportivo, diz Michael Dearing, gerente de mercadorias gerais da eBay. Para encorajar os novos locadores virtuais, a eBay começou a usar o slogan "Compre, Ame, Venda".

Nicole Mazzola Ferrer, uma gerente de projeto de 30 anos de uma empresa de tecnologia de Kirkland, Estado de Washington, paga US$ 50 por mês para alugar bolsas de um serviço na Web chamado Bag Borrow or Steal. Uma de cada vez, ela pega bolsas que custam até US$ 500 nas lojas. Ela as usa de alguns dias a um mês, antes de enviá-las de volta e trocá-las por um novo modelo, se a novidade se apaga ou uma ocasião especial surge.

Mazzola Ferrer diz que não se importa em carregar uma bolsa usada. Ela calcula que costumava gastar mais de US$ 100 por mês comprando bolsas das quais "se cansaria" rapidamente. Alugando, ela pode usar bolsas melhores do que poderia comprar. E, acrescenta, "meu marido gosta do fato de que metade do armário não é consumida por bolsas".

Algumas mulheres podem não gostar da idéia de emprestar bolsas usadas. Adam Dell, um capitalista de Nova York que investiu na Bag Borrow or Steal, diz que todas as bolsas da companhia são entregues em excelentes condições, depois de serem inspecionadas e limpas.

Tá valendo. Sem miséria!

-> Arquivo: 13.8.2006 : Tati Quebra Barraco pra patricinhas e playboys no Estadão
-> Arquivo: 28.6.2006 : Mercado Luta e Marcapop, palavras chaves frente a frente no Mercado Livre e nos blogs
-> Arquivo: 1.6.2006 : Tupiconomics #6 - Por que o brasileiro prefere dar ou jogar fora do q vender um produto usado?
-> Arquivo: 4.5.2006 : Aluguel de DVDs com mensalidade, o modelo Netflix no Brasil.
-> Arquivo: 28.4.2006 : Microcrédito C2C, empréstimos e investimentos pessoa a pessoa na internet
-> Arquivo: 26.3.2006 : Escambo e trocas na Internet
-> Arquivo: 31.10.2005 : Americano quer Irmãos Campana em copyleft e mais barato
-> Arquivo: 18.7.2005 : Cocadaboa no Mercado Livre
-> Arquivo: 7.7.2005 : Bolsinha feita com saco plástico reciclado
-> Coletando : Mercado Livre : Bolsa, Puma, Prada, Luis Vuiton, Louis Vuitton e Games
-> Taba : Cachimbando : Blog Idéias pro Mercado Livre
-> Camiset.andh.us : Marcas Falidas : Anjinho Fiorucci
-> Compartilhando Banners : Mercado Livre : Livro - Moda e Comunicação - Malcom Barnard e Roupas e produtos personalizados no Mercado Livre (gif animado)
-> Coletando : Amazon : Livro - Breakfast at Tiffany's

3.11.06

Tupiconomics #9 - Por que no Brasil as pessoas ainda usam filtro de barro para água, mesmo nas grandes cidades?


Porque não confia no tratamento de água do governo. Apesar de pagar conta da empresa de saneamento, imposto, uscambau, brasileiro não leva uma fé q cloro, serviço público, empresa estatal, tem o dom de fazer o serviço direito. Então, liga q aqui em pindorama tipo vc tromba na direta com filtro de barro, ozonizador, purificador, galão, bombona de água mineral, na casa de uma pá de tiazinha, mesmo em goma com acesso e servida com água tratada, encanada, daquele jeito. Sei lá, maluco sente o drama com empresa pública e estado naquela levada, hospital, escola, justiça, vixi, se pam água e esgoto é no mesmo naipe. Prefere ele mesmo adiantar o corre, filtrando, purificando a água, sem vacilo, guardando na moringa, tipo milianos. Se pam, tratamento descentralizado, c2c, dando fuga, complementando saneamento e distribuição centralizada, tratamento industrial, pá e tal. Tá valendo, é muita treta!

-> Arquivo: 8.9.2006 : Tupiconomics #8 - Por que o brasileiro sempre deixa sobrar comida no prato?
-> Arquivo: 7.7.2006 : Tupiconomics #7 - Por que notícia ruim dá mais audiência e vende mais jornal?
-> Arquivo: 1.6.2006 : Tupiconomics #6 - Por que o brasileiro prefere dar ou jogar fora do q vender um produto usado?
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Filtro, Bebidas e Purificador
-> Coletando : Livraria Cultura: Livros Sebastiana Quebra Galho e Freakonomics (em português)

27.1.06

Sayonara Aibo!



Milidias trombei no Slashdot com notícia cabulosa: Sony acaba com a produção do cão robô Aibo. Cachorro mecânico sai de linha, fim, daquele jeito. Olha a conversa no blog Digital World Tokyo: Heartless Sony puts down Aibo
Sony Japan has just used its quarterly earnings report to slip out the news that it is ceasing production of everyone's favorite robot dog, Aibo.
A Sony do Japão aproveitou o relatório de faturamento do trimestre pra deixar escapar a notícia de que vai encerrar a fabricação do cachorro robô favorito de todos, o Aibo.

Video: Regine71 - aibo loves to dance

Cruel.

-> Arquivo: 7.12.2005 : International Robot Exhibition em Tokyo
-> Arquivo: 20.1.2005 : Mundo Industrial - Asimo dando pinote
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Robôs

7.12.05

International Robot Exhibition em Tokyo


gundam 2
Originally uploaded by coriolinus.

Liga nóis dica do blog Boingboing, tipo um maluco q colou na exposição internacional de robôs em Tóquio e tirou uma pá de fotos, uscambau. Tem recepcionista humanóide e até uma fita estilo exoesqueleto pra tiozinho de idade ter o dom de levantar bagulho pesado nessa altura. Vai vendo. Cabelo avoa!

->Arquivo: 18.3.2005 : Expo Aichi 2005. Robos na goma, tudo no bolinho.
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Robôs

18.10.05

Computador dos Chavez :-)

El Computador Bolivariano

Liga nóis, se pam com a fita do Computador para Todos embaçando e laptop de 100 dolár só na bolinha de meia, tá valendo juntar os PCs dos Chavez no bolinho.
Liga nota no Wall Street Journal dia 5/10/2005 no Estadão:
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu governo investirá US$ 6,3 milhões numa joint venture com a chinesa Lang Chao para fabricar computadores na Venezuela.

Olha a conversa na Info Online milidias:
Vem aí o computador total do Silvio Santos
Sexta-feira, 07 de outubro de 2005 - 17h11
SÃO PAULO – Começa a ser vendido no domingo pelo sistema de televendas o Computador Total, PC popular do grupo Silvio Santos. O micro será anunciado durante o programa Domingo Legal do Gugu Liberato, no SBT, com planos de venda à vista, por consórcio ou financiado pelo PanAmericano.
O Computador Total é fabricado pela Novadata com chip Celeron D M3700 de 2,13GHz e poderá ser adquirido em até 40 parcelas mensais de 49 reais pelo consórcio ou financiado em até 25 prestações de 99 reais por mês.


Camisetas Classe A - 1 [2005]
Originally uploaded by marshmello.

E dando linha na pipa estilo copy paste da Info Online:
(...)
O PC popular do Silvio Santos será vendido pelo televendas do SBT com entregas para todo o país. O frete já está incluso no preço do produto. Segundo Marti, a meta é comercializar 60 mil equipamentos até o final do ano. Para 2006, a estimativa é de 5 mil a 10 mil máquinas por mês.

As máquinas vêm com 256 MB de memória RAM, leitor de CD e disquete, monitor de 15 polegadas, modem de 56k e acesso grátis a internet pelo provedor iSBT. O pacote inclui o sistema operacional Linux e mais 100 aplicativos como editores de texto, planilha, fotografia e áudio.

Essa é a segunda iniciativa do grupo Silvio Santos na venda de computadores. Em 2002, a companhia apresentou o PC do Milhão, com venda financiada e que hoje é oferecido apenas por consórcio. Segundo Marti, a empresa vendeu mais de 180 mil unidades dessas máquinas e está reformulando o projeto.

Sentiu firmeza? Fui, nem me viu!

-> Arquivo: 6.7.2005 : Negroponte fala do Laptop de U$ 100 no Estadão
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Computador por menos de R$ 1000
-> Compartilhando Banners : Livro - A Sociedade em Rede

9.8.05

Slingbox no WSJ/Estadão

Liga nois milidias no Wall Street Journal em Português q sai lado a lado com Estadão.
Agora dá para assistir a seus programas de TV a distância
July 6, 2005 6:54 p.m.
Por Walter Mossberg, The Wall Street Journal

A maioria das pessoas sabe que pode gravar um programa de TV usando um videocassete ou um gravador digital oferecido por algumas provedoras de TV por assinatura. Aí você pode assistir ao programa no horário que mais lhe convêm.

Mas há outra maneira de facilitar a vida das pessoas que querem assistir a seus programas de TV prediletos. Trata-se de aparelhos que permitem às pessoas ver em outros lugares programas de TV que elas recebem em casa.

Essa prática começou recentemente. Existem alguns aparelhos de vídeo portáteis, mas eles não conseguem mostrar programas de TV em tempo real, só se forem gravados em modelos especiais de gravadores digitais ou em computadores relativamente caros com um "Media Center" que permite interconexão com a TV. E estes são difíceis de usar.

Agora, assistir a sua própria televisão a distância está ganhando uma nova dimensão. Uma pequena empresa do Vale do Silício chamada Sling Media lançou um aparelho que ela chama de "personal broadcaster", ou "transmissor pessoal". Esse pequeno aparelho, chamado Slingbox, pode transmitir qualquer programa de TV recebido em sua casa para um computador Windows com internet em qualquer lugar do mundo. Ele também permite assistir em outros lugares a programas gravados em casa num gravador de vídeo digital.

O Slingbox lhe dá controle total da sua TV e do seu gravador digital, mesmo que você esteja a milhares de quilômetros de distância. Pode-se trocar de canal, ver a grade de programas e ativar qualquer função dos menus de sua TV ou de seu gravador, como se você estivesse na sua sala. A TV em casa nem precisa estar ligada.

E, o melhor de tudo, o Slingbox é só uma máquina, não um serviço. É uma caixa prateada do tamanho de um aparelho de DVD instalada entre seu receptor de TV a cabo ou satélite e sua conexão de banda larga e manda seus programas de TV pela internet. Ele não exige que você tenha um gravador digital e funciona com um computador padrão com sistema Windows.

Não há mensalidades a pagar, não é necessário se filiar e nenhum comercial extra, além dos normais que aparecem na TV, são incluídos em seus programas. Tudo o que você desembolsa é o preço do próprio aparelho: US$ 250, nos EUA.

Por enquanto, o aparelho só funciona com o sinal de TV americano, mas a Sling Media pretende lançar uma versão mundial no início do ano que vem.

Testei o Slingbox em casa, no escritório e na estrada. Em meus testes ele funcionou exatamente como anunciado. No escritório, a uns 20 quilômetros de casa, assisti a episódios gravados de programas de TV como Charlie Rose Show e Desperate Housewives. Num aeroporto, assisti à CNBC ao vivo no meu laptop por uma conexão sem fio. E, num quarto de hotel em Boston, a quase 730 quilômetros de casa, assisti a um jogo de beisebol ao vivo que não estava passando na TV aberta local.

O Slingbox foi útil até em casa. Pude ver programas ao vivo e gravados em cômodos de minha casa que não têm TV e até sentado na varanda.

A qualidade do vídeo foi surpreendente — muito melhor do que o normal dos videoclipes transmitidos pela internet. A empresa tem uma tecnologia de otimização de vídeo que me permitiu ver os programas sem interferências. Houve alguns breves congelamentos de imagem, mas nada sério, mesmo quando expandi a janela dedicada ao vídeo em meu computador para ocupar a tela toda.

O software da Sling é bem desenhado e fácil de usar. Ele lhe permite ver programas de TV em vários tamanhos e formatos, e inclui um painel de controle com todas as principais funções do seu controle remoto em casa.

A configuração, apesar de imperfeita, é a mais fácil possível, considerando como é complexo criar redes de computadores.

Isso me leva aos inevitáveis pontos negativos e limitações de todo novo produto. O Slingbox exige uma conexão de banda larga nas duas pontas. E só funciona em PCs com Windows XP. A empresa já o demonstrou funcionando em computadores de mão e celulares, mas o software para utilizá-lo nesses aparelhos ainda não está pronto. Um software para utilizar o aparelho com micros Macintosh também está em preparação.

Você precisa de uma rede em casa e de um roteador. E, apesar de o software de configuração e o manual serem bem-feitos, há uma parte em que você precisa configurar seu roteador para o Slingbox que pode mostrar-se complicada. Isso está mais relacionado com a complexidade desnecessária de se criar redes de computadores do que com a Sling Media, mas pode ser um obstáculo.

Além disso, o Slingbox não permite gravar ou salvar os programas que você recebe no seu computador remoto, especialmente por razões legais — apesar de que alguém provavelmente vai dar um jeito de fazer isso. Do mesmo modo, por razões legais, não há nenhum modo já preparado de se dar acesso a seu Slingbox a outra pessoa. Mas tudo que essa pessoa precisa é uma cópia do software gratuito da Sling, sua senha e seu número de identificação na Sling para acessar o aparelho. Contudo, dois computadores não podem acessar o mesmo Slingbox simultaneamente.

E há mais um problema do Slingbox: ele estende a briga pelo controle remoto para muito além do lar. Se alguém estiver assistindo à TV em casa, e você começar a mudar de canal de onde estiver ou iniciar a reprodução de um programa gravado que a outra pessoa não quer assistir, pode haver discussões de longa distância.

Ainda assim, eu gostei à beça do Slingbox, e o recomendo aos amantes de TV que estão sempre em movimento. É um produto muito bom que finalmente permite assistir à sua TV em qualquer lugar onde haja uma conexão de banda larga.

Bem louco.

Update:
31/8/2006 : TVA anuncia Tv a cabo portátil com Slingbox importado

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2.8.05

TV a gato ou TV a cabo popular por R$ 15,00 por mês

She is interested about Ronaldinho, he doesn't.

Liga nois, trombei com esse post no Corpo sem órgãos, blog da mana Drica, rimando sobre a conversinha do novo ministro sobre uma fita de TV a cabo popular. Tipo começando com R$ 15,00 por mês, pra banca ter o dom de colar, assinar o bagulho, uscambau. Vai vendo:
A população de baixa renda será oficialmente atendida pelas empresas de TV a cabo , se a ANATEL flexibilizar suas normas de atendimento.
O lado bom é que os novos pacotes populares terão os canais comunitários. Pena que o nov ministro das comunicações já articulou tudo pra TV continuar seu monopólio...

Tipo, trombei na matéria da Folha de SP de 28/7/2005 q a Drica indicou, tipo uma pá de estatística da correria dos manos antenistas e do esquema tv a gato, correria anti-copyright, daquele jeito. Olha a conversa:
A cobrança de uma mensalidade elevada para o bolso da classe baixa fez com que a pirataria em regiões mais pobres crescesse. Estima-se que os chamados "gatos" --instalações ilegais de TV por assinatura-- respondam por 13% do parque instalado existente. São cerca de 300 mil conexões piratas de TV a cabo, que deixam de gerar às operadoras uma receita anual próxima de R$ 200 milhões.

Cerca de 90% das conexões piratas são de pessoas que já tiveram acesso ao serviço e deixaram de pagá-lo ou que foram cancelados por inadimplência.
Atualmente, as regiões mais isoladas nas capitais são atendidas por empresas chamadas pelo mercado de "antenistas". Elas vendem o serviço a cabo ao captar, por satélite, sinais de TV aberta e retransmiti-los para regiões em que o sinal não era recebido. Por R$ 13 ao mês, é possível contratá-los.

Segundo dados apresentados ontem pela ABTA, o país tinha, ao final de março, 3,8 milhões de clientes de TV por assinatura. O número é 1,2% maior que o verificado em dezembro e 6,6% superior ao de igual mês em 2004.
Em 12 meses, de março de 2003 a março de 2004, entraram como assinantes novos 239 mil pessoas no país, o que dá 19,9 mil por mês.
Essa alta de 1,2% é próxima da esperada em termos de crescimento vegetativo para o país neste ano (1,5%). O resultado é considerado bom pela ABTA porque o setor amargou um período de estagnação anos atrás.

Tipo, milianos em 2004, a Folha tb caguetou a treta toda, liga: No Rio de Janeiro, "TV a gato" tem mais assinantes que a Net 13/9/2004. Só pra dar linha na pipa, 1-2 fiz um copy paste da matéria:
Pelo menos 640 favelas e loteamentos irregulares do Rio de Janeiro têm sistemas piratas de TVs a cabo operados por empresas informais das comunidades.
Não há dados oficiais sobre o número de assinantes dessas operações, mas estima-se que sejam mais de 600 mil na cidade do Rio de Janeiro, contra 260 mil assinantes da Net Serviços, que tem a concessão do serviço de TV a cabo no município.

As operações informais são conhecidas entre os usuários como "TV a gato" e "gato Net". Há empresas com mais de 10 mil assinantes. Elas crescem à sombra da concessionária oficial que não chega às favelas e regiões carentes. Outro fator de proliferação é a má qualidade da recepção dos sinais das televisões abertas. Há informais que só distribuem canais abertos (como Globo, SBT, Bandeirantes), mas são minoria.

A mensalidade das "TVs a gato", no Rio, varia de R$ 10,00 a R$ 23,00, dependendo do número de canais oferecidos, mas a média é em torno de R$ 15,00. O pacote mais barato da Net no Rio, com 49 canais, custa R$ 69,60. Os distribuidores informais captam a programação do satélite e os redistribuem para as residências.
O Rio de Janeiro é o Estado com maior número de operações informais em atividade. A Net atribui o fenômeno à topografia da cidade, sobretudo à das favelas que são encravadas nos morros. Mas também há operações em outros Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

As "TVs a gato" querem sair da clandestinidade e serem reconhecidas pelo governo. No sábado, reuniram-se em Jacarepaguá (zona oeste) cerca de 400 pequenos distribuidores de sinais de TV em áreas carentes para discutir os problemas. A maior queixa é sobre achaques de policiais.
Os informais que só distribuem canais abertos se autodenominam antenistas. Eles criaram uma entidade para defender os interesses do setor no governo, a Abetelmim (Associação Brasileira das Empresas de Telecomunicações e Melhoramento de Imagens e Atividades Afins), que conta com 38 associados.
O presidente da entidade, Giovander da Silveira, diz que os antenistas existem há mais de 30 anos no Brasil, e que foram ignorados pelo governo na regulamentação da Lei da TV a Cabo, de janeiro de 1995. "Fizeram uma lei do primeiro mundo para um país pobre. Só a elite tem TV a cabo no Brasil", diz ele.

Giovander distribui sinais de TV por cabo em duas favelas de Jacarepaguá e na Baixada Fluminense. Ele atende 3.500 residências. A mensalidade é de R$ 12,00 para pagamento em dia e de R$ 13,00 com atraso.
O vice-presidente da Abetelmim, Pedro da Silva Alomba, é sócio da Sisconit, que atua em três favelas da cidade: Vidigal (zona sul), morro do Banco (Itanhagá, zona oeste) e no Alto da Boa Vista, na zona norte. Criada em fevereiro de 2000, a empresa tem 10 mil clientes.
A Abetelmim quer a aprovação do projeto de lei 4.904, que propõe a criação do serviço DTVA (Distribuição de Sinais de TV Aberta). Segundo Silveira, seria uma forma de regulamentar a atividade de antenista. O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

A alternativa, no entanto, não resolve a situação da grande maioria das operadoras que redistribuem canais pagos.
Em dezembro do ano passado, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) colocou em consulta pública uma proposta de regulamentação das operações piratas em favelas e outras áreas carentes.
As "TVs a gato" receberiam outorga de EDS (Entidade Distribuidora de Sinais) para retransmitir a programação das concessionárias de TVs a cabo, mediante contrato entre elas.
O texto proposto pela Anatel prevê a atuação de EDS em lugares onde a recepção dos sinais das televisões abertas seja tecnicamente inviável e nas áreas onde as concessionárias de TVs a cabo não chegam. Até agora, o regulamento não foi aprovado.

Bem louco. Tipo, lado a lado com ativismo estilo pirata, se pam agora tem fita nova com TV por satélite, descentralizada, uscambau. Vai vendo a rima do guru Paulo Rebêlo na Folha de Pernambuco, replicada no blog Toca do Super Ranzinza, sente o drama:
As operadoras por satélite estão igualmente sujeitas às ações piratas e, talvez, até de um jeito mais fácil de ser assimilado pelos clientes. O kit de assinatura dessas operadoras inclui uma antena de recepção e um decodificador de sinal (decoder), para ser instalado na televisão. Dentro do decodificador, há um cartão magnético pessoal, com um chip exclusivo para cada usuário. Caso a pessoa troque o cartão ou tente forjar um, o sistema não funciona e o sinal não é reconhecido.

O problema é que os piratas de plantão vendem cartões importados que funcionam em alguns decodificadores, liberando o acesso total à programação, incluindo Pay-per-View e canais especiais. Pior ainda, o usuário não precisa nem comprar o decodificador e a antena, já que aparelhos usados podem ser adquiridos no mercado sem maiores obstáculos. A Folha localizou um pirata que vende o cartão importado por R$ 350 e o kit completo, com antena e decoder, por R$ 550. De acordo com ele, o sinal chega diretamente na antena e as operadoras não têm nunca como descobrir. Obviamente, ele não quis ser identificado. Confira a entrevista ao lado.

Como funciona a pirataria por satélite?
Importamos os cartões dos Estados Unidos. As operadoras só trocam de cartão a cada dois anos, em média, então o usuário nem precisa se preocupar. O cartão libera todos os canais e, se a pessoa não for assinante, nem precisa. Também vendo a antena e o decodificador à parte, usados.
E não tem perigo de a operadora descobrir?
Não, desde que você não ligue o telefone no decoder. O cabo telefônico fica plugado no aparelho para comprar pacotes Pay-per-View, mas o cartão importado libera tudo, então, não precisa.
Então o cabo telefônico não serve para mais nada?
Serve para a operadora monitorar o sinal e descobrir se você está usando equipamento ilegal ou tentando burlar o sistema.
Que garantia se tem?
Não tem garantia, mas o cartão funciona em todos os estados brasileiros. Se não funcionar, o cliente devolve para a gente e devolvemos o dinheiro.

Demorou! Ligeiro é nóis trombando com tiozinho no Sahara ou no Largo 13 vendendo parabólica, antena de satélite, com bundle de canais tipo al jazeera, telesur, nkprtv, tv da gente, 4ptv, vlogs, tudo incluído. Vixi, cabelo avoa!

Updates:
4.10.2006 : Assistindo TV a cabo no computador, de graça, sem baixar nada
6.5.2006 : TV a cabo informal na Índia, modelo domina 80% do setor.
8.9.2005: TV a cabo de graça, da China, pela web e em p2p no WSJ/Estadão

-> Arquivo: 12.1.2005 : Manufaturas c2c - LinVDR
-> Busca no Mercado Livre : Tv a cabo e Placa Mágica
-> Compartilhando Banners : Livro - TAZ. Zona Autônoma Temporária

25.7.05

Lojinha do Metareciclagem no Cafepress

PICT0075

Liga nois, mano Felipe mandou o salve: Cafépress > Metareciclagem.
Camiseta orgânica, dolar caindo, uscambau. Mais um catado pra correria. Tem o dom?

->Arquivo: 25.5.2005 : Carreirasolo.org discute sustentabilidade de blogs tupiniquins
-> Taba : Cachimbando : Camisetando Ponto Tk
-> Idéias pro Mercado Livre : Camisetando
-> Coletando : Camisa Online : Crie sua própria camisa
-> Compartilhando Banners : Mercado Livre : Camisetas Personalizadas

22.7.05

PCs a partir de 24x de R$ 63,30, notícia no Estadão

084/365: casi listo - almost done

Liga nois, noticia hoje no Estadão, tipo uma pá de loja se jogando em promoção, crédito, uscambau. Tipo aproveitando a correria do Projeto Computador para Todos, antigo PC Conectado, q além de dar fuga de imposto, tb inclui conta de provedor internet, pá e tal. Olha a conversa:
Sexta-feira, 22 de Julho de 2005
Varejo inicia sua inclusão digital
Redes pegam carona em projeto federal e fazem promoção de computadores

O programa de inclusão digital do governo, com redução de impostos e financiamento subsidiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a venda de computadores, ainda não foi repassado integralmente ao consumidor. Mas as grandes redes de varejo já pegaram carona na idéia e começam a oferecer produtos populares em várias promoções especiais numa guerra de preços.

A rede Extra, dentro de sua Feira de Informática, vai vender computador no fim de semana por R$ 1.290, parcelado em 12 vezes sem juros, em qualquer cartão de crédito. A máquina, Linux Celeron D 315, já foi vendida no último fim de semana por preço maior. Custava R$ 1.399 e podia ser parcelado em 12 vezes no crediário, com juros de 0,99% ao mês. Segundo o diretor de eletrônicos do Grupo Pão de Açúcar, Marcelo Bazzali, com a promoção, as vendas cresceram cerca de 70% em relação ao fim de semana anterior.

O computador que está sendo vendido é o mesmo produto que será oferecido no programa PC Conectado, do governo. O programa tem duas etapas. A primeira - com redução de PIS e Cofins para todas as máquinas de até R$ 2.500 - já foi repassada ao varejo. Os preços ficaram cerca de 10% mais baixos. A segunda etapa do programa é o financiamento que ainda não foi liberado pelo BNDES para ser repassado pelo varejo ao consumidor. Por isto, as ofertas de financiamento de cada rede são variadas.

O Ponto Frio, por exemplo, está vendendo máquinas com preços médios de R$ 1.299 à vista ou em 24 vezes de R$ 89,90. Mas há produtos nas lojas de São Paulo a partir de R$ 1.999. Os produtos são um NEO PC com processador Celeron, 128 MB de memória RAM, HD de 40 Gb CDrom 52x e monitor de 15 polegadas e um AMD Sempron (tm) 2200+ ou Intel Celeron 1.8, com 128Mb de memória RAM, Cdrom de 32x, monitor de 15 polegadas e Hd de 30 Gb.

Nas Casas Bahia, o microcomputador Positivo 128 Mb de memória, Hd de 30 Gb e com o sistema Windows Starter Edition, até amanhã sai por R$ 1.399 à vista ou parcelado em até 13 vezes em prestações de R$ 160,14.

O Carrefour, maior concorrente do Extra, também entra no fim de semana com promoções especiais de computador e outros acesssórios de informática. Um Sempron 2.200 com processador AMD, 128 Mb de memória e Hd de 40 Gb, monitor de 15 polegadas e com o sistema Linux sairá por R$ 1.190 à vista ou parcelado em 24 vezes de R$ 63,30, na Grande São Paulo.

É embaçado ou não é?


-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Computador
-> Compartilhando Banners : CD - A evolução é uma coisa.

19.7.05

Laptop de U$ 99 já existe

Aeronix Zipit

Liga a conversa do laptop de 100 doletas, q o tiozinho guru do MIT veio trocar uma idéia pra molecada usar de graça na escola? Ligeiro na gringolândia maluco inventou esquema parecido, com laptop de U$ 99, com acesso a rede sem fio wi-fi, usando linux, uscambau. Vai vendo: Zipitwireless.com.

Firma lá rimando q bagulho é pra molecada usar pra acessar Instant Messenger enquanto os pais embaçam usando o computador da goma, pá e tal. Mas liga q a banca nerd se jogou no Slashdot pra endolar uma fita alternativa pro hardware, daquele jeito. Se virar, virou!


-> Arquivo: 6.7.2005 : Negroponte fala do Laptop de U$ 100 no Estadão
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Laptop ou PDA


6.7.05

Negroponte fala do Laptop de U$ 100 no Estadão

One Laptop per Child

Vai vendo reportagem no Estadão Economia milidias sobre a fita do computador portátil de 100 doletas, idéia do guru gringo pra distribuir pra molecada na escola aqui em pindorama. Leva uma fé? Olha a conversa:

Domingo, 3 de Julho de 2005

'Você e eu também vamos querer ter esse computador'

Lourival Sant’Anna Enviado especial
BRASÍLIA

A proeza do Media Lab de fazer um laptop de US$ 100, para ser distribuído em grande escala pelos governos a todos os alunos da rede pública, é possível porque se trata de uma organização sem fins lucrativos, que não tem de dar satisfação a acionistas nem impedir que a venda maciça de produtos mais baratos "canibalize" o mercado e achate a margem de lucro.

A explicação é do diretor do laboratório de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Nicholas Negroponte.
Além disso, diz ele, a operação não envolve venda, distribuição e marketing, que consomem metade dos custos.
E há uma terceira razão, "um pouco arrogante": eles acharam um jeito de fazer uma tela plana muito mais barata que a indústria convencional, e vão patenteá-la em benefício do projeto.
"Você e eu também vamos querer ter esse computador", diz Negroponte, que prevê a queda nos preços depois que seu laptop se tornar realidade.

Negroponte saiu animado das reuniões com o presidente Lula e com os ministros das Comunicações, da Educação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: "A reação do governo brasileiro ultrapassou minhas expectativas.
" Lula mandou criar um grupo de trabalho para elaborar, em 29 dias, um plano de viabilidade do projeto-piloto, que envolve a fabricação no Brasil e distribuição gratuita de 1 milhão de laptops.

Nesse primeiro ano, o plano é abranger cinco ou seis países, e um total de 6 milhões de crianças.
Dessas, 3 milhões estariam na China, que também deve fabricar os laptops.
Os outros 2 milhões, em países que não produzirão a máquina, são um mercado potencial de exportação, que em 18 meses se multiplicaria para entre 100 milhões e 200 milhões, calcula ele.

Depois de dois dias de reuniões em Brasília, Negroponte, 61 anos, autor de Ser Digital (1995), um marco na literatura sobre a revolução da informática e da internet, concedeu esta entrevista ao Estado.

Se vocês podem, por que a indústria não pode fabricar um laptop por US$ 100?

Por três razões.
Como estamos entregando diretamente para as escolas, via governos, não temos os custos de distribuição, marketing e vendas, que tipicamente representam 50% do custo total.
Segundo, não temos acionistas, portanto todo desenvolvimento técnico que alcançamos pode ser usado em benefício do usuário final.
A terceira razão, que é um pouco arrogante, é que achamos que nós podemos fazer uma tela muito mais barata.
Vamos licenciar isso, vender para companhias privadas e empregar esse dinheiro no projeto.

Na indústria convencional, o progresso tecnológico não resulta na queda do preço?

Eles têm de equilibrar o tamanho do mercado e a margem de lucro.
Mesmo que o mercado aumente com a diminuição do preço, eles não podem contar com o volume para compensar a diferença na redução da margem de lucro.
Volume tende a ser encarado como commodity, talvez a palavra mais suja na sala de reuniões de um conselho de administração.
Quando a ouvem, correm para o outro lado.
Sei disso por meu papel de diretor na Motorola e em outras companhias.
O que eles procuram fazer é criar novas funcionalidades, melhorar o design, a qualidade.

Os ganhos de escala não compensam a diminuição da margem?

Eles precisam tomar cuidado para que esses novos aparelhos, mais baratos, não canibalizem o mercado que eles já têm.
É uma questão muito delicada.
Eles têm uma responsabilidade legal e fiduciária frente a seus acionistas, enquanto a nossa responsabilidade é perante o usuário final.
É uma diferença muito importante.

Como a indústria reagirá ao seu laptop de US$ 100?

Ela já está reagindo.
Aqueles que advogam a fonte aberta (do sistema operacional Linux) estão muito entusiasmados, e os que a criticam estão muito negativos.
A indústria de bens de consumo eletrônicos está nervosa porque muitos dos grandes players estão tentando se tornar nomes de marcas e subir de patamar.
E isso (o laptop de US$ 100) significa descer.
Já a indústria do laptop está muito desconfortável, porque a funcionalidade que teremos será tão boa que você e eu também vamos querer ter esse computador.
Pelo menos na segunda e na terceira gerações (entre 2007 e 2008).

Ele poderá ser vendido, no futuro?

Esperamos que, nos primeiros dois ou três anos, ele não esteja à venda no mercado.
Mas terceiros comprarão a licença para desenvolver a tecnologia.

E os preços no mercado cairiam?

Acho que é uma tendência natural.

E a Microsoft, como está reagindo?

Tenho conversado com o Bill (Gates) sobre isso.
Ele acredita que a questão central em países em desenvolvimento é a conectividade, e está focado nela.
Eles têm feito acordos muito interessantes com países como o México, para fornecer Windows a custo baixo.

Mas isso ainda não é fonte aberta.

Não estou criticando o Bill.
Quando se adota a fonte aberta, como fizemos, é um fenômeno diferente.

Qual é o mercado potencial de exportação, caso o Brasil venha a produzir esse laptop?

A primeira versão da máquina, que sairá no fim do ano que vem, serão 1 milhão no Brasil e outros 2 milhões noutros países.
Mas, 18 meses mais tarde, serão entre 100 milhões e 200 milhões de máquinas.
O Brasil só precisa de 30 milhões (número de alunos na rede pública).
Se o projeto realmente decolar, estamos falando de um mercado de exportação pelo menos cinco vezes o mercado interno.
O que não sei é o custo de entrar e sair do Brasil com produtos como painéis de telas planas, que não são fabricados aqui.
Temos de estudar isso em seguida.
A maior parte é feita em Taiwan e no Japão.
E uma parte também está sendo feita na China.

Não dá tempo para adquirir a tecnologia para fabricá-los aqui?

Não na primeira geração, mas na segunda, terceira, quarta.
O Brasil não fez algo inovador com urnas eletrônicas?

Fez.

Então, já há um precedente.

Que mapa o senhor tem na cabeça? Que países devem ser atingidos?

É preciso encontrar uma forma de atingir todos os países.
No mundo, há cerca de 1 bilhão de crianças no ensino fundamental e médio.
Queremos atender a todas elas em, digamos, cinco anos.
É muito difícil.

Estamos tentando começar imediatamente com cinco países - na África, Oriente Médio, Sudeste Asiático, América Latina e nos Estados Unidos.
Muitos desses países não têm condições de produzir localmente.
Só haverá produção em dois ou três lugares do mundo.

Os Estados Unidos serão um deles?

Não necessariamente.
O Brasil será um deles, a China será outro.

O senhor imagina uma única fábrica estatal produzindo tudo, ou várias empresas privadas participando?

Imagino uma ONG - é isso que temos de desenhar nas próximas três semanas -, que não terá mais de 20 pessoas, organizando a montagem dos computadores, encomendando de fabricantes contratados e inspecionando a produção.
Temos de estudar agora cuidadosamente quais fabricantes no Brasil são candidatos.

Três semanas não é muito tempo.

Não, mas só precisamos estabelecer agora modelos e pontos de referência.

Como têm sido as conversas com os chineses?

Vimos conversando com integrantes do mais alto nível do governo central, há um ano.
Estive lá pelo menos dez vezes.
Na China, há 220 milhões de crianças nas escolas públicas primárias e secundárias.
Estamos falando de um projeto-piloto com 3 milhões de crianças.

E com a Índia?

Conversei bastante com o governo indiano.
A Índia tem sua própria iniciativa, com um computador de baixo custo.
Eles vêem isso como concorrência, o que é uma pena, porque o nosso não é um computador, mas um laptop.
Para pequenos negócios, o laptop não é necessário.
Mas, para estudantes, precisa ser como um livro, que eles possam trazer para a escola e levar para casa, ir para a cama com ele, usá-lo em todos os lugares.

Vocês já fizeram experiências assim?

Sim, em muitos lugares.
Começamos no Camboja, com um projeto pessoal, no fim dos anos 90, quando o dinheiro estava dando em penca.
Minha mulher e eu construímos duas escolas em vilarejos muito rurais, no norte do país, perto da fronteira entre a Tailândia e o Laos, num território do Khmer Vermelho.
Em 1995, as pessoas não iam lá por causa das minas.
Fui para lá porque conhecia Thaksin Shinawatra, que mais tarde se tornou primeiro-ministro da Tailândia, mas na época era um executivo da indústria de telecomunicações e tinha satélites.
Consegui que a companhia dele nos desse duas antenas de satélite e acesso grátis.
Conectamos as escolas.
Eu queria que as crianças levassem os computadores para casa.
Não fazia sentido pôr desktops e fechar as escolas.
Tinham de ser laptops.
Comprei 30 laptops e, depois, mais 30.
Comecei com meu próprio dinheiro, portanto não foi uma experiência grande.

Aqui, quando vão à escola com um tênis bacana, as crianças são freqüentemente roubadas. O risco não será muito maior, com um laptop?

Em primeiro lugar, são US$ 100.
Não é tão caro.
Ele não terá valor algum no varejo.
Quem o roubar terá de usá-lo no segredo de sua casa, porque ser visto com ele será como um estigma, como roubar da Igreja ou da Cruz Vermelha.
Você pode roubar um kit de primeiros socorros da Cruz Vermelha.
Mas todos vão ver o selo da Cruz Vermelha e saberão que você a roubou.

Conectar-se à internet custa caro.
Encontraremos formas de torná-lo barato.
Por meio da tecnologia viral, que está pronta para uso, os computadores criarão uma rede entre eles.
Haverá pontos de acesso nas escolas, que conectarão uma criança à outra e todas a um servidor.
Se a criança estiver a 500 metros de outra, estará conectada.
A propósito, todas as crianças terão de manter seus laptops ligados o tempo todo.
Para isso, terá de haver eletricidade, baterias, energia à corda ou algo do gênero.

Mas também será necessária parceria com as empresas de telecomunicações?

Sim.

Começamos a conversar sobre isso num jantar, na segunda-feira, com executivos da Telefônica, da Telemar e da Brasil Telecom.

A reação do governo brasileiro atingiu suas expectativas?

Ultrapassou minhas expectativas.
Eu esperava que o presidente ficasse bastante entusiasmado, porque ele sentiria que isso é muito bom para o país.
O que eu não esperava era uma reação tão favorável dos ministérios das Comunicações, da Educação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Normalmente, os ministros da Educação ficam tão assoberbados com professores, sindicatos, problemas, que não pensam muito grande.
Esse ministro (Tarso Genro) é um grande pensador.

No fim, o sr. poderá ter de convencer o ministro da Fazenda, que tem a chave do cofre.

Sim, mas, como não estamos exportando dinheiro para o MIT ou para fora do país, acho que não será muito difícil.


Cabelo avoa! Paguei um pau pra esse esquema de "rede viral", cada máquina um servidor, na levada da banca Metafora Colab trocando idéia. Sentiu firmeza?
Liga q milianos rimaram uma correria parecida no Paraná, com laptop linux uscambau. Vai vendo noticia de 2002: Paraná vai implantar caderno digital

Com o objetivo de democratizar o conhecimento para os alunos do ensino médio e levá-los a ter acesso à internet, o governo do Paraná lança em agosto o Projeto Caderno Digital, com a entrega de microcomputadores, que servirão como ferramenta para o estudo, para a primeira turma no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba. No projeto-piloto, 40 alunos do 1º ano do 2º graus serão beneficiados.

(...) O coordenador do projeto, Alessandro de Oliveira Binhara, disse que o microcomputador carrega a qualidade do desktop e a portabilidade do laptop. Para diminuir os custos, o teclado e o mouse são do desktop, que podem ficar fixos tanto em casa quanto na escola. O aparelho portátil possui o vídeo e o CPU. Ele vem embalado em uma mochila escolar, para não chamar muito a atenção. O consumo de apenas 20 watts de energia não exige readequações nas instalações elétricas, enquanto a ausência de peças móveis diminui a necessidade de manutenção.

(...)


Sei lá se essa fita virou. Tinha tb a conversinha do Simputer na India, pda linux barato, dá linha na pipa q é daquele jeito.

Tá valendo. Fui, nem me viu!

-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Computador
-> Coletando : Livraria Cultura: Livros - A Vida Digital e Being Digital
-> Compartilhando Banners : Livro - Emergência. A dinâmica de redes em formigas, cérebros e cidades
-> Taba : Discursando : Nas Listas : Metafora

12.1.05

Manufaturas c2c - LinVDR

Liga nois receitinha gringa pra fazer seu Video Disk Recorder/Personal Video Recorder em Linux. Vai vendo: Basically, it's an approach to build a small, cut to the bone, ready and easy to install VDR Linux distribution.
LinVDR is a complete, breathing Linux system smaller than 128 MB with a complete digital Video Disk Recorder (VDR) / Personal Video Recorder (PVR) and several plugin...

Bacana do monopólio da midia de massa tupiniquim fica embaçando, molecada vai descer pra buscar. Demorou.
A revolução não será televisionada!

Veja mais links em Taba : Trilhando : Trilhando Manufaturas C2C

Manufaturas c2c - Geladeira solar

Geladeira Solar Atual

Liga nois milidias trombei com essa firma incubada na UFMG com os manos q inventaram uma geladeira q funciona com energia solar. Vai vendo: www.paz.eng.br. O site é só no sapatinho mas tiveram o dom de colocar o diagrama do bagulho uscambau: www.paz.eng.br/geladeira.htm.

Se pam vira replicar a receitinha e se jogar pra dar fuga da conta de luz.
Ligeiro até vale colar no Mercado Livre e dar a busca por: Energia Solar
Sentiu firmeza?

Updates:
29.07.2005 : Fogão solar feito com embalagem longa vida reciclada
21.01.2005 : Manufaturas C2C - Solar PC

-> Idéias pro Mercado Livre : Fogão solar em forma de parabólica, Guia para fazer aquecedor solar com garrafas pet recicladas e Aquecedor solar feito com garrafas pet recicladas

7.12.04

Manufaturas c2c - Metareciclagem no Link e spam do Ferro Velho da Informática

oficina de pintura com o paulo bailux

Liga matéria de ontem no Link do Estadão:
Dê um final feliz ao seu micro usado

Trocando uma idéia com os manos no Liganois tipo comentei q no cantinho da matéria tiazinha fala de iniciativas privadas de reuso, reciclagem, remanufatura de computadores pcs por firmas, tipo a Planac (do PC Gol), uscambau. Se pam no mesmo bolinho vira agentes independentes, Busca no Mercado Livre, pá e tal.

Vai vendo, milidias recebi um spam nervoso de tiozinho pagando uma de Ferro Velho da Informática, liga nois:

Ferro Velho da Informática

Micro usado Pentium mmx com monitor colorido, pronto para Internet, completo!
Por apenas R$ 499,00 a vista ou R$ 599,00 em 02 parcelas com garantia de 01 (um) ano , manutenção em 24 horas , sistema leva e taz.
Recuperamos HD's - Cd rom e placas, retiramos e entregamos

Compramos materiais de informática, funcionando ou sucateados, em lotes ou unidades. Pagamos bem e retiramos no local.

Av. Carlos Lacerda, 1070 - Jardim Rosana - Campo Limpo - SP


Será q vira ou é 171? Fui, nem me viu!

29.11.04

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