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9.9.13

Re: Propostas do Tupi para Blogchalking

Chalk Rainbow

Tipo endolando e compartilhando o arquivo de milianos, mais um thread sobre blogchalking na Lista Metafora de mais de 11 anos atrás.

Re: Propostas do Tupi para Blogchalking

24.07.2002 - Falai' Daniel, PR e Metaforas,

Daniel Pádua  escreveu (msgs originais abaixo):
É vero que tenho metas - icones pra todos os gostos e uma forma de busca eficaz. Depois o lance do online->offline.

Firmao, nada mais justo do q quem idealiza a parada definir as metas e o grau de abertura do projeto. Se pam do q vc versou a unica diferenca q sugeri no wiki e' mais servicos online alem da busca... o lance do offline -> online tb paguei um pau e' ta' wikado mil graus :-)

Acho que usei a palavra errada pra falar do que não concordo. O que eu não curto é trabalhar a coisa como um plano super definido, prefiro ver o que atraiu as pessoas, e gradativamente pensar algumas coisas novas para expandir esse benefício e desenvolvê-las.

Blz! A parada q vc descreve de esperar antes de dar cada passo o feedback dos usuarios e o status da situacao tb e' um tipo de planejamento/estrategia pra evolucao do projeto. Um metodo mais guerrilheiro, podeixa' q eu coloco essa levada como plano A trocando no metaforawiki.

Até quero pedir desculpas proce Tupi, se ficou parecendo que nem dei valor à sua participação, cara.

Nao esquenta pq to achando pela ordem a correria do blogchalking! A sua ideia ja' e' um sucesso e pode partir pra dentro pq tem mais potencial ainda... enquanto for um projeto colaborativo eu quero mais e' continuar dando linha na pipa q e' daquele jeito :-)

To com umas ideias pra fase do blogchalking online -> offline, tipo um alfabeto universal na levada do warchalking so' q indicando os bloggers q vivem/frequentam a redondeza. Assim q estiver mais evoluido eu wiko e aviso.

Nada como um dia apos outro dia.

\//
Tupi


Propostas do Tupi para Blogchalking

24.07.2002 - Msg de Daniel Padua

PR, Tupi, galerall,

É vero que tenho metas - icones pra todos os gostos e uma forma de busca eficaz. Depois o lance do online->offline.

Acho que usei a palavra errada pra falar do que não concordo. O que eu não curto é trabalhar a coisa como um plano super definido, prefiro ver o que atraiu as pessoas, e gradativamente pensar algumas coisas novas para expandir esse benefício e desenvolvê-las.

Inclusive, essa expansão gradativa é pra ser descentralizada também. Se alguém fizer o sistema de busca antes de mim, não tem problema, contando que não altere o padrão de palavras-chave.

Resumindo: acho a parada muito fechada ainda e muito centralizada em vc. Vislumbro algo mais colaborativo, mais aberto.

Esse lance da centralização é temporário e eu não quero isso de jeito nenhum - é que falta o espaço no site para liberar uns padrões e os arquivos para os esforços colaborativos, sem minha intervenção. Estou fazendo isso aqui, so nao acabei ainda. Foi mal.

Até quero pedir desculpas proce Tupi, se ficou parecendo que nem dei valor à sua participação, cara. Fica a vontade, mano! É que ainda não fiz as coisas necessárias pra facilitar essa participação coletiva (ce tbm tá certo nisso, PR) e to meio sobrecarregado com outra pancada de coisas a resolver na minha vida. Só dá um tempim que eu arrumo a casa aqui.

aloha,

Daniel


Re: Propostas do Tupi para Blogchalking

24.07.2002 - Msg de Paulo Colacino

Daniel

Li suas críticas aos pams do Tupi.

Algumas coisas eu concordo outras não... então vamos discutir...

OBS: De qualquer forma o projeto é seu e vc faz o que quiser ;) mas vamos aos pitacos...

Daniel falou:
O que eu não gostei:
1)  Preocupar com metas para o Blogchalking.

Daniel, posso estar errado mas vc já TEM METAS. Suas próprias preocupações com aquilo ou com isso são metas para o blogchalking. Só precisa escrevê-las, discutí-las etc.

Discordo em não ter metas pois a coisa fica um pouco sem rumo. O foco direciona os trabalhos seus e de quem quer ajudar. Agora se vc naum pretende que o projeto seja COLABORATIVO / COLETIVO, blz, vc é quem pensa, faz, programa, compila as críticas, transforma em melhorias, etc.

Insisto: vc já tem metas. O que não está claro é o grau de OPEN que vc quer dar ao projeto. Por hora é vc quem está tocando sozinho.

Daniel falou:
Atualmente, o que está sendo complicado para o sistema é que o Google e outros sistemas de busca não estão pegando os blogchalks em escala e os requisitos para que as palavras-chave sejam indexadas exigem um nível de formatação delas no blog que pode beirar as práticas proibidas pelos próprios sites de busca. To concentrado nisso, porque faz parte da preocupação essencial. Uma solução? Já pensei nas mini-keywords (que to até usando no meu blog) e acrescentar o + na frente das palavras, mas resolvi não colocar no ar antes de pensar mais um pouco. Eis que um cara me procurou dizendo ter feio um spider só para blogchalks. Tá linkado a’ embaixo, fui lá, vi e gostei, mas precisamos agora de criar uma interface de busca para procurar nos registros deste spider. Talvez precise de um host para centralizar essas buscas (a’ sim *talvez* precisariamos de grana).

Ok o blogchalking apresentou um problema. E quem está trabalhando nas soluções? Só vc ? Ou tem mais alguém ajudando?

Novamente acho se o projeto estivesse mais aberto, tipo ter uma página para desenvolvedores e tal... as idéias já tariam fluindo e quem sabe o problema estaria acabado. Nós discutimos aqui no Metáfora algumas coisas. Mas n‹o muitas. Tem muita gente boa por aí que curtiu a parada mas não sabe nem como participar. Por isso elogiei o TUPI e vislumbrei ali uma maior ABERTURA do projeto, caordem, etc.

Daniel falou:
http://radio.weblogs.com/0110159/2002/07/23.html#a60
(effective blogchalking) Se este sistema de busca sair mesmo, ent‹o resolvemos definitivamente a preocupação essencial e podemos viajar mais longe.


Primeiramente não acredito que usar o padrão OPML vai ser a parada. Mas já é um começo. Muita gente pode ter interesse no serviço de search. O projeto tem que ser rápido o bastante para que alguém n‹o faça a parada primeiro. O Chalking já tá na cabeça das pessoas e saiu na frente... mas precisa continuar evoluindo.

2) Traços comerciais em uma ideia totalmente free e legal e subversiva justamente por não aproveitar a visibilidade para sugar recursos. O projeto é trabalho voluntário em prol do blogverso. (...)

Blz concordo. Mas repito: as bases do trabalho voluntário tem que ser melhor definidas para que ocorra uma maior participação. Enquanto ce tá dormindo e sonhando com a mina do bar, um topera lá da Finlandia tem uma idéia pro blogchalking... mas como ele pode chegar até vc que é o líder?... ou mesmo antes de vc acordar o cara programar uma p‡ de coisas e outro cara da Rússia melhorar, e outro, outro, outro... Qdo se acorda toma um susto hehehe de tanta coisa boa que surgiu do nada.

3)  Tupi, apesar da idéia ter nascido dos bate-papos na lista, n‹o quero que isso seja usado pra promovê-la e nem quero tomar uma postura de empreendimento com relação a isso. Prefiro melhorar a coisa aos poucos através da demanda dos próprios usuários. N‹o quero burocratizar ou formalizar nada. Detesto planejamentos, metas. Se o blogchalking for se tornar referência de alguma coisa, vai acontecer sem precisar planejar isso. Só precisamos continuar aperfeiçoando a parada e ouvindo as vozes do blogverso.

Ok. Porém ainda acho que vc tem várias coisas planejadas, metas, etc... só que isso tá dentro da tua cabeça. É uma escolha sua. Mas ainda acho que se o projeto fosse mais OPEN a inteligência coletiva ia rolar.... e a’ realmente talvez vc nem precisasse de muito planejamento... talvez outras pessoas poderia mfazer isso por vc. Até o Linus tinha metas... pq vc naum teria? Vc tem.

4) Começou como uma brincadeira de roda, vai ficar como brincadeira de roda. Fica nela quem está com tesão.

Ok. Mas como aumentar o tesão do pessoal ? Essa é a parada. Como chamar pra roda gente que "brinca" bem, tanto no off-line como na rede?

Resumindo: acho a parada muito fechada ainda e muito centralizada em vc. Vislumbro algo mais colaborativo, mais aberto.

Essas são minhas críticas... na buena. Se a intenção é fazer o negócio crescer, o lance é convidar mais gente pra festa.

( )s

PR


-> Arquivo: 23.1.2012 : Blogchalking, o primeiro meme brasileiro de repercussão mundial
 -> Arquivo: 19.10.2011 : Recicle1politico
-> Arquivo: 1.8.2011 : Re The revolution will be webified
-> Arquivo: 12.8.2006 : Blogblogs, o Technorati brasileiro com moeda digital Blogpoints?
-> Arquivo: 7.6.2006 : Toplinks, o Blogdex brasileiro pode acabar
-> Arquivo: 19.1.2006 : Edney (Interney) conta q largou emprego pra virar blogueiro profissional
 -> Arquivo: 25.5.2005 : Carreirasolo.org discute sustentabilidade de blogs tupiniquins
-> Coletando : Amazon : Livro - The future of money. Creating new wealth, work and wiser world.
-> Compartilhando Banners : Livros : Blogs! , Emergência. A dinâmica de redes em formigas, cérebros e cidades, A Sociedade do Espetáculo e Marketing Hacker
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Blogs, Giz, Tablet e Scripts 

27.12.11

Internet e Feudalismo

secret of the ages

Thread sobre feudalismo, economia e cultura da internet na Lista Radinho em 2001.

Feudalismo

28.11.2001 - Falai' Ricardo, radinhos,
Ricardo Castelo wrote:
IMHO, considero a "Era da Internet" como o final do Feudalismo. Onde tivemos a disseminacao da informacao e o Renascimento Comercial.
Se pam a Era da Internet ta' mais pra VOLTA do feudalismo do q pro final.
Vai vendo: o fim das fronteiras e dos estados nacionais e a volta dos clas por grupos de afinidades cada um com moedas, pesos, firewalls, pgp e medidas diferentes :-D

A internet mete os canos no modo de producao industrial com customizacao, bto uscambau. Se a correria open source e p2p da web contaminar outros setores da economia, o modo de producao pode ficar tipo na idade media, neguinho dono das ferramentas - artesao no lugar do peao - isso mete os canos nas corporacoes linha-de-montagem e traz de volta as guildas.
Ta' ligado q tem neguinho q diz q hacker quer dizer artesao/entusiasta.

Se bobear o poder das metropoles e cidades q renasceram com o fim do feudalismo tb ja' virou comedia.  Teletrabalho na fita, poluicao e transito caixao.

Ha miliano q os iluministas nao pagam um pau pro feudalismo, tirando uma de idade das trevas uscambau. Mas demorou, muculmanos, judeus e cristaos colavam na mesma goma e nao saia o pipoco q sai hoje.

Eh daquele jeito.

\//
Tupi


Re:Feudalismo

28.11.2001 - Falai' rene, radinhos,
rene de paula jr wrote:
well, nao sei se entendi bem, mas ainda acho que feudal era a vida pre-internet. livros e livros chamaram os anos 80 de neo-feudalismo, onde os estados perdiam forca... vide corporacoes mandando e e desmandando em governos, vide o contingente de segurancas particulares mais numeroso e mais bem armado que o exercito
Mano, nao levo uma fe' nesse neo-feudalismo anos 80. Feudalismo tem q ter modo de producao p2p ou c2c com neguinho dono dos meios de producao. Sem precisar de corporacao nem patrao, q qdo nao tinha web eram os unicos com moral de ser donos da infraestrutura de distribuicao de conhecimento e riqueza uscambau. Demorou mas com a web pode ser diferente, tem o dom?
o movimento open-source nada tem de obscurantista: quando vc poderia imaginar centenas de cerebros trabalhando em conjunto por uma causa acima de suas nacionalidades e origens? quer algo mais poetico do que o linux versus microsoft?
Idade media sinonimo de obscurantista? Se pam quem deu linha nessa pipa foi burgues.

A miliano ouvi falar q a catedral de notre dame foi construida tipo open source. Vai vendo: as guildas de carpinteiros e pedreiros e outros artesaos freeagents se juntavam, combinavam sei la' q parte da estrutura era da hora e faziam a correria. Se bobear nao tinha plano central, nem verba uscambau. Tem bacana q diz q ateh hoje conseguem reconhecer no jeito q encaixaram as pedras e nas mandalas, quem e q grupo fez q parte da catedral.
e se essa nossa plataforma permite a criacao de nichos e tribos, isso eh positivo. nao tem nada a ver com pessoas se fechando intramuros por medo da barbarie
Mano, nicho e tribos mete os canos no modo de producao e consumo de massa. Se neguinho paga um pau por ai' entao a casa caiu pro sistema iluminista/industrial.
Com uma pah de tribos e nichos se multiplicando vai ficar mesmo parecido com barbarie, mas assim q neguinho derrubou o imperio romano q tb era arquitetura cliente-servidor igual o sistema iluminista/industrial.
e vc mencionou problemas de tolerancia religiosa... a idade media estah repleta de episodios grotescos de intolerancia. tirando a epoca aurea do dominio arabe na iberia, a vida nao foi nenhuma maravilha. ou foi?
Cada um cada um. Se bobear neguinho viveu intolerancias e maravilhas tanto qto nos.

Eh daquele jeito.

\//
Tupi


Re:Feudalismo

29.11.2001 - marcelo godoy escreveu:

Curioso como a Internet criou um novo tipo de personalidade

Apenas por breves períodos de tempo e em consequencia de acordos comerciais, este 3 povos viveram em harmonia
Infelizmente no passado a situação era muito pior ; com massacres, guetos, perseguições, cruzadas insanas e confisco de bens.
Nunca o mundo viveu de forma tão civilizada
Hoje, a única semelhança com a idade media é o aumento de falsos profetas e desinformação que marcou a Europa a partir de 1350 - Neste período uma serie de falsos profetas saíram pregando qualquer bobagem e hordas de famintos e desesperados os acompanhavam sem destino

Hoje temos um novo tipo de personalidade parecido aqueles que apenas por conhecerem técnicas de web, servidores, pop -ups e toda sorte de conhecimento sobre o tema, ignoram todo o conhecimento acumulado no passado
Acreditam que este tipo de saladinha de conhecimentos adquiridos dão estofo a encarar  temas mais aprofundada
O fato da internet envolver no fundo áreas como publicidade, informática, logística entre outras atividades cria esta ilusão - o poder de se comunicar com muitas pessoas não isenta o emissor de falar uma grande bobagem Internet é tudo, o resto já Elvis - diriam


Re:Re:Feudalismo

29.11.2001 - Falai' marcelo, radinhos,
marcelo godoy escreveu:
curioso como a Internet criou um novo tipo de personalidade
Mandou bem, neguinho psicologo a miliano sentou o aco: web e' goma de esquizofrenicos!

Sangue bom sai por ai criando uma pa' de ids diferentes, entra em chats com nickname de mina, fala grosso em flame war ao mesmo tempo q manda poesia pelo icq, tira uma dos trutas com quem tromba por ai', uscambau.

Mas vai vendo: no mundo industrial a correria tb e' igual, os tiozinhos tb tem diferentes personas, so' q sao lineares, tipo sai uma entra outra ta' ligado. Linha de producao de novo!
Filma so' os ve'ios: em casa e' uma fita, no trampo e' outra, na noite e' outra uscambau.

Na web isso tudo e' mais radical e ao mesmo tempo, tem o dom?
O fato da internet envolver no fundo áreas como publicidade, informática, logística entre outras atividades cria esta ilusão
Nao e' fraco nao, logistica e informatica estao a milhao com a internet! Mas publicidade? Ai' e' dificil botar uma fe'... e' muito industria/cultura de massa pra fazer a correria da web, e' so' lamento.
o poder de se comunicar com muitas pessoas n‹o isenta o emissor de falar uma grande bobagem Internet é tudo , o resto já Elvis - diriam
Isso! Se pam com qto mais pessoas neguinho ta falando mais bobagem e' o conteudo. Broadcast (um para muitos), caixao! Agora e' narrowcast (poucos para poucos) ate' umas horas! Ta' ligado q agora a cnn to deixando quieto e acompanhando o tio sam pelo site do Vialls Investigations, dica do blog 42... muita risada!

E' daquele jeito!

\//
Tupi


Re:Re:Feudalismo

29.11.2001 - Falai' rene, radinhos,
rene de paula jr wrote:
nem sei se vale a pena a gente se estender muito nessa questao historica, ainda mais que nao sou um expert. mas acho que vale a pena sim vc rever teus conceitos.
Mano, tb nao sou expert, vou falando tipo freestyle :-) Mas ainda sempre desconfio q "os vencedores e' q contam a historia". Tirar uma de q a idade media era "idades das trevas" e' papo comedia so' desse lado da muralha (da burguesia).
catedrais foram construidas por um grupo muito especial de profissionais, os pedreiros livres (franco-macons) que deram origem a maconaria. muito pouco improviso, pelo contrario, todo um esquema de conhecimentos secretos.
Pedreiros livres - hackers freeagents, vendo assim de longe ta' pau a pau. Codigo, conhecimento secreto, linguagem de maquina, python, perl... e procedimento! Demorou :-D
e mais: possuir os meios de producao? vc deve estar falando de artesaos urbanos, o que jah eh algo bem tardio. os camponeses nao tinham nada de nada, eles mesmos eram propriedade de alguem.
Vixi, entao passa um pano no q meu professor de historia (marxista) falava: o servo era dono da enxada e trocava parte da producao por seguranca e uso da terra do senhor. A mina dele tosava a la dum carneiro, q era dela, pra fazer os panos uscambau. Faco ele assinar o 171?

Mas ta' ligado q o feudalismo SUBSTITUIU o modo de producao escravista dos bacanas do imperio romano, ali sim neguinho era propriedade. E' embacado ou nao e'?.
e depois me conta o que vc ve de positivo ou memoravel ou admiravel na europa esfarrapada e estracalhada da idade media. nao vale apelar pras cidades nascentes, que elas jah sao sintoma de mudanca
Vai vendo: ainda pago um pau pra essas paradas q rolaram na idade media...
- Os bacanas tiveram o dom de aceitar o conceito do "zero" absorvendo todo os numerais dos arabes uscambau. Numeros romanos? Caixao!
- Alquimistas!!! Separar a ciencia em biologia-astronomia-quimica-fisica-religiao e' ideia de linha de producao(sociedade industrial). A parada eh louca qdo mistura tudo junto!
- Gutemberg inventa os tipos moveis, cabuloso!
- Por ultimo e' muita risada saber q um dia ocidente tb achava q o homem nao era o centro do universo. Imagina isso: negacao do individuo, desprezo pela linearidade do tempo, neguinho pedindo licenca ate' pro boi... ai' ficou pequeno!

Se pam tudo isso se encaixa no mundo virtual - artesaos, guildas, feudos, relacoes servo-senhor, catedrais, feiras gigantes nos entrocamento das rotas para as indias... ja' trombei tudo isso nessa web - o eter (alquimia)!

E' daquele jeito!

\//
Tupi


Re:Re:Feudalismo

29.11.2001 - Falai' vespa, radinhos,
Vespa escreveu:
Whoa! Mas essa divisão por grupos já não existe bem antes da net? Eu posso considerar isso como nossa divisão por paises (exceto pela parte das fronteiras)... Ou a mesma divisão de grupos que semrpre existiu.
Ta' ligado q divisao por paises foi consequencia do modo de producao da burguesia - os bacanas queriam mercados, moedas, pesos e medidas unificados uscambau.
Pashtuns, tajikes e uzbeques sao afeganes? Napolitanos, venetos e calabreses, italianos? Hans, manchus e cantoneses, chineses? Fale a verdade e saia correndo :-D
Se pam aquele vortal de catalaes tem mais usuarios no brasil e nos eua do q na espanha. Ai ficou pequeno!

Antes na net neguinho firmeza tinha q gostar de beatles, usar jeans e tomar coca-cola. Pagar um pau pra musica do manimals ou chatuba do bonde de mesquita? Gambe' vai gritar: deita!
Até aí, se vc pegar por exemplo, tudo que rolou desde a idade média, passando pela revolução industrial e chegando aos dias de hoje, sempre teve neguinho dono das ferramentas. Isso também não é novidade da net.
Mano, demorou! A miliano neguinho pra fazer uma revista ou mixar um rap tinha q ter equipamento do tamanho do predio da grafica do estadao la' na marginal, ou da continental discos  la' na mooca, eh embacado ou nao eh?
Hoje, seta um blog, crackea um soundforge e pa pum, uma pa' de mano ouvindo seu mp3 ou trocando uma ideia em cima do seu blog!
Aliás, já está quase tudo na mão das grandes corporações... e isso já estava se definindo antes da internet ser popular.
Pois eh, esse mundo das corporacoes eh o mundo industrial burgues. Web pro povo, neguinho mete os canos e descarta esse sistema. Open source, c2c, freeagents - as corporacoes concorrerem com essa parada nao eh facil nao.
E não entendi muito bem a questão poluiçao e teletrabalho com o poder das metrópoles... Isso acho que foi meio que efeito colateral do aumento populacional e facilidade para o consumo de automóveis. Fora a mente...Net polui???
Eh o contrario. Quem polui e' esse esquema do mundo industrial (cliente-servidor), precisa das cidades, estradas, ladrao montou a parada em cima da circulacao de bens e pessoas e nao da informacao. Desperdicio cabuloso! Com a web (cliente-cliente) nao precisa mais, agora vc fica parado e so' circula a informacao, pra se ligar q tudo q vc precisa vai ser montado num no' da rede ai' do seu lado.

Tem o dom?

\//
Tupi


Re:Re:Re:Feudalismo

29.11.2001 - rene de paula jr escreveu:

ola' Tupi,

ok, vc venceu. pelo cansaco  :D

abracos

rene'
http://www.usina.com


Re:Re:Re:Feudalismo

29.11.2001 - Rodrigo Ratan escreveu:

AHN??????? :-P

Tupi, para com as drogas cara, isso ta te fazendo mal! ehehheheheheheehe...
brincadeira :)))

(mas diminui a cafeina pelo menos ;p)

[ ]s!

ratan


-> Arquivo: 30.11.2011 : O futuro está nos games
-> Arquivo: 14.11.2011 : Nossa língua brasileira
-> Arquivo: 20.7.2011 : Re A Web é vermelha
-> Arquivo: 20.7.2011 : História do Tupi da Taba Parte 1 (1995 a 2000)
-> Arquivo: 15.7.2011 : Recicle 1 Político
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-> Arquivo: 19.4.2006 : NEV, Nova Economia Virtual, ou Economia Matrix por Serendipidade.com
-> Arquivo: 31.1.2006 : Capitalismo cognitivo ou Economia da informação
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-> Arquivo: 19.8.2005 : Etsy.com - Pelo fim da produção industrial em massa!
-> Arquivo: 2.5.2005 : FSM 2005, moeda social, manufaturas c2c, guru anarquista, uscambau.
-> Compartilhando Banners : Livro - A Sociedade em Rede e Livro - The Cathedral and the Bazaar
-> Coletando : Amazon : Livro - The future of money. Creating new wealth, work and wiser world.
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23.6.06

Critica ao neo-utopismo tecnológico e a noção de "trabalho imaterial"

Harry Potter Dog at Barnes and Noble Cumberland

Liga rima no jornal Folha de São Paulo, milianos no caderno Mais, de um tiozinho filósofo passando fogo na idéia estilo Era da Informação, Capitalismo Cognitivo, revolução tecnológica, nova sociedade em rede, uscambau. Tipo, se pam no fundo tudo é o mesmo sistema, economia digital é aquela ilusão, só muda as moscas, daquele jeito. Olha a conversa:
O sociólogo alemão Robert Kurz critica o neo-utopismo tecnológico e a noção de "trabalho imaterial" desenvolvidos por Antonio Negri e Michael Hardt em seu livro "Multidão", que está saindo no Brasil

O complexo de Harry Potter
30/10/2005 - Robert Kurz, tradução de Luiz Repa.
Colunista da Folha

Um aspecto do êxito mundial de "Harry Potter" consiste talvez no fato de um desejo infantil ser despertado. É que, em tempos de crise, seria sumamente agradável reduzir a pó todos os problemas com uma vara de condão. Os turbo-consumidores dos anos 90, cujo dinheiro infelizmente se esvaiu nesse meio tempo, encontram-se em busca da última palavra em fantasia ideológica, com a qual podem escapulir, sem mais esforços de emancipação, da realidade agora arriscada.
Depois da miséria por que passou a magia negra especulativa, no lugar o "capital fictício" entra em cena agora uma espécie de "trabalho fictício", cujos protagonistas imaginam também estar além de todas as condições materiais e de todos os conteúdos qualitativos.
O conceito de "trabalho imaterial" criado por Antonio Negri e Michael Hardt avança agora (com o lançamento de "Multidão", ed. Record, 532 págs., R$ 62,90, cujo lançamento internacional foi capa do Mais! em 1º/8/2004) a passo firme para se tornar a rubrica desse novo produtivismo virtual. O antigo paradigma industrial deve ser substituído pelos modelos da tecnologia da informação e da comunicação, da analítica simbólica, das mídias e assim por diante.
Hardt e Negri tratam de substituir com destreza a antiga classe trabalhadora (industrial) que se desmancha pela assim chamada "multidão", uma massa pós-moderna difusa, cuja base forma supostamente o "trabalho imaterial".

Considerado superficialmente, nesse construto parece estar em jogo uma versão "Harry Potter" desmaterializada do empoeirado conceito marxista de "luta de classes". Mas essa idéia passa ao largo, em todos os aspectos, da realidade global.
Em primeiro lugar, nenhum trabalho é "imaterial", tampouco o trabalho nos setores da informação e do "conhecimento"; sempre se trata da combustão de energia humana. Imaterial é a maior parte dos produtos desse trabalho, mas justamente por isso esses setores não podem sustentar a reprodução social, cuja base permanece sendo o "processo de metabolismo com a natureza" (Marx) e, portanto, é material.
Em segundo lugar, pelo mesmo motivo, as pessoas ocupadas comercialmente com o manejo de símbolos e informação de maneira alguma formam uma "multidão". Ao contrário, são uma pequena minoria.
Isso se deve ao fato de que a microeletrônica, que tornou supérfluo o trabalho industrial anterior, não produz nenhum novo trabalho em massa. Atrás dos modelos de processamento de informação, de comunicação e de analítica simbólica não estão mais engatados milhões de trabalhos secundários de acabamento como antes nas indústrias fordistas, mas sim processos tecnológicos automáticos, máquinas de comunicação e mídias que só necessitam dos seres humanos a título de consumidores.
Em terceiro lugar, finalmente, a retórica da luta de classes também é vazia sobre essa base. Pois o caráter da "multidão" de Hardt e Negri não é determinado pela relação de dependência do trabalho assalariado, mas antes pela independência supostamente nova nos setores do "conhecimento", da informação e em suas redes. Nesse sentido, eles condenam o caráter "parasitário" dos conglomerados financeiros, que, como vampiros, pecariam contra a força criativa da "multidão".

Aqui se torna claro que, na realidade, a antiga luta de classes do trabalho assalariado industrial é substituída por uma visão neopequeno-burguesa. Hardt e Negri pretendem prosseguir a produção de mercadorias que se tornou obsoleta, eternizando-a com o expediente de uma formação de redes independentes que se instauram entre pequenos grupos informacionais da "autovalorização".
Não admira que tal conceito encontre tão grande acolhida entre os náufragos da pós-modernidade.
O cerne social dessa ideologia é formado de fato não por uma nova "classe operária" assalariada, mas por pseudo-autônomos, pelas vítimas da "terceirização" e novos empresários da miséria nos âmbitos da produção "high tech", das mídias e do processamento de informação, abarcando os acadêmicos e os professores depravados das instituições privatizadas de ensino, que, como "subempresários" intelectuais, precisam pagar por conta própria seu seguro social.
Essa "classe", se se quer chamá-la assim, elaborou seu grandioso fracasso no capitalismo-cassino meramente de forma compensatória, tachando o grande capital financeiro de mentiroso e enganador. Eis a matriz classista de uma crítica pequeno-burguesa do capitalismo; aliás, não isenta de tons anti-semitas. Já tem algo de penoso a maneira como o ser social irrefletido dos pequenos e decadentes produtores de "conhecimento" e informação reaparece aqui como consciência ideológica.

A superação do dinheiro

O conceito de "trabalho imaterial" se sedimentou também no novo utopismo do movimento internacional do software livre. A "autovalorização" dos pequenos produtores pós-modernos de mercadorias é vinculada aqui à idéia de uma "superação do dinheiro", como a que foi virulenta também nas utopias do século 19.
Mas essa crítica do dinheiro não se refere, como em Marx, ao contexto total da reprodução capitalista. Ela se reporta apenas à função mediadora do dinheiro no processo de circulação. Deve se realizar um "dar e tomar" sem a intervenção do dinheiro, enquanto a lógica subjacente do "riqueza abstrata" (Marx) permanece fora do alcance da crítica.
Esse neo-utopismo crê ter encontrado seu eldorado no "trabalho imaterial" da produção de informação. Sobretudo a internet é entendida como o campo central para a realização dessa idéia. Ora, a internet é, sem dúvida nenhuma, uma criação tecnológica que conduz aos limites internos do capitalismo. Revelou-se impossível fazer desse meio de comunicação universal o terreno de uma nova era de acumulação do
capital. Justamente por isso fracassou, como se sabe, a "nova economia".
Ou seja, o capitalismo não pode haurir mais-valia real do processamento de informação. Por esse motivo, ele precisa tentar conferir aos produtos imateriais preços na forma de dinheiro por meio de licenças jurídicas formais. É a simulação do lucro na esfera da pura circulação, em total semelhança com os "produtos financeiros" do capital fictício.

O movimento batizado de software livre compreende mal essa contradição imanente do desenvolvimento capitalista ao fazer de conta que já haveria aqui um "território livre", distante do dinheiro. Porém a crítica superficial ao enriquecimento por meio de licenças legais para softwares e outros produtos da "informação" permanece superficial porque não toca nas relações sociais de produção.
Um aspecto secundário da crise em um pequeno setor é frisado unilateralmente, e a questão da emancipação é afunilada logo em seguida. A sociedade deve ser transformada não por um grande movimento contrário às injunções da administração da crise, mas por um "modelo" alternativo tirado da esfera virtual, o qual deveria ser apenas estendido. O software livre deve convalescer o mundo. De novo se trata de inflar em universalidade um pretenso mundo-modelo.
Mas essa utopia fracassa justamente por conta do caráter de fato imaterial dos conteúdos que são transportados via internet. Se o aspecto material do "trabalho abstrato" não pode ser apresentado nos fluxos de informação da internet, então menos ainda os objetos reais do carecimento em sua maior parte.
Não se pode "baixar" nenhum pão, nenhum vinho e nenhuma calça, para não falar de aço laminado ou materiais de construção; e nem sequer um livro, como deve saber qualquer um que tenha tentado ler na tela uma obra literária maior ou imprimi-la em uma enxurrada de papéis. Só por isso não se pode tirar da internet um "modelo" de reprodução social que, determinada materialmente em sua maior parte, se situe além do
sistema produtor de mercadorias.
Os neo-utopistas querem se iludir sobre esses limites de sua idéia unilateral e reducionista, declarando que o problema é meramente provisório e pode ser resolvido pelo desenvolvimento tecnológico futuro.

Máquina universal

O engenheiro britânico Adrian Bowyer (Universidade de Bath) quer construir, nesse sentido, uma "máquina universal" que, à diferença dos objetos de computador, reproduza não mais de forma somente virtual mas também material. Essa "máquina "rapid prototyping'" (RepRap) no tamanho de uma geladeira deve replicar-se a si mesma e, além disso, produzir praticamente qualquer outro objeto.
Ela deve funcionar segundo o princípio das máquinas de copiar, como as que são empregadas no design industrial para modelar protótipos.
Factualmente, trata-se de impressores que podem produzir objetos tridimensionais a partir de amido de milho, plástico ou ligas que derretem a baixas temperaturas.
Os alucinados da internet esperam que essa "máquina universal" possa produzir tudo após uma "evolução darwinista" de sua auto-replicação, desde câmera digital até pãezinhos. É pintado um futuro em que as pessoas poderão "baixar" comodamente todos os bens imagináveis em geral. Não se trata de uma "máquina de Marx", como se afirma, mas antes de uma máquina de Harry Potter.
Essa idéia grotesca remete ao caráter tecnicista redutor do construto inteiro. Não está em jogo aqui obter relações sociais diferentes e uma outra relação com a natureza que apontem para além do sistema produtor de mercadorias, a fim de dar conta da lógica específica dos diversos âmbitos da vida.
Bem ao contrário, a reprodução social total deve ser subsumida ainda mais sob uma única "lógica funcional". O "trabalho abstrato", com seu alcance destrutivo, negativo e universalista sobre o mundo, não é superado. Ele é prosseguido como figura fantasmagórica de um composto cibernético inteiramente automático.

O herói em questão é o consumidor de mercadorias na qualidade de "verdadeiro ser humano", desembaraçado de todas as condições materiais, o qual reinterpreta seu consumo convertendo-o em produção.
Se nas alucinações da esquerda pós-moderna dos anos 90 o consumidor era considerado "dissidente", agora ele deve ser exaltado como "produtor imaterial" dissidente.
Na realidade, a internet é um meio de comunicação de fato universal mas inteiramente restrito à circulação, pressupondo em todos os aspectos a produção feita em outra parte. Mesmo software precisa ser desenvolvido primeiro, antes de poder ser introduzido na circulação midiática.
Se o consumo lúdico de "usuários" pode possibilitar um certo desenvolvimento no caso especial dos programas de computador, o mesmo coletivismo anônimo de produtores consumidores no caso de produtos culturais é uma ilusão. Pois a cultura em sentido amplo não funciona, segundo sua essência, conforme a lógica de "0" e "1". Ela não pode se desenvolver como mera combinação de módulos informacionais.
O déficit dessa idéia se torna particularmente evidente quando o "dar e tomar" sem dinheiro deve ser aplicado, na qualidade de pseudoprodução de software, aos conteúdos artísticos e teóricos.
Aliás, menos a expensas dos conglomerados midiáticos do que a expensas do produtores culturais imediatos, que sob condições capitalistas não podem viver sem rendimento monetário. Abstraindo isso, os textos literários e teóricos exigentes só surgem por reflexão e elaboração individual de experiências sociais. A troca com outros e o desenvolvimento não se efetua por "download" e neoconfiguração mecânica.
Se o pensamento emancipador deve consistir justamente em que os indivíduos se entendam apenas como "pontos de contato no intertexto", como se expressa o filósofo alemão Peter Sloterdijk, então a individualidade abstrata do capitalismo não é superada. É somente radicalizada.
"O gesto do downloading", escreve Sloterdijk, significa "libertar-se da injunção de fazer experiência". O filósofo pós-moderno de forma alguma se refere a isso de maneira crítica; para ele esse desenvolvimento deve ser "saudado quase sem restrição". No lugar da idéia marxista de uma "associação de indivíduos livres" aparece em espaço virtual um coletivismo desmaterializado e preso à lógica da circulação. Não é uma resposta à crise social e intelectual do movimento emancipador.

Robert Kurz é sociólogo alemão, autor de "Os Últimos Combates" (Vozes). Escreve regularmente na seção "Autores", do Mais!. Tradução de Luiz Repa.

Sei lá, tá valendo. Mas ligeiro tiozinho nem lembrou das correrias c2c, reputação, game mmorpg, p2p, orkut, copyleft, vixi sei lá, chicote estrala.

A revolução não será televisionada!

-> Arquivo: 28.4.2006 : Microcrédito C2C, empréstimos e investimentos pessoa a pessoa na internet
-> Arquivo: 19.4.2006 : NEV, Nova Economia Virtual, ou Economia Matrix por Serendipidade.com
-> Arquivo: 31.1.2006 : Capitalismo cognitivo ou Economia da informação
-> Arquivo: 17.10.2005 : CLAP Conhecimento Livre e Aberto de Produção
-> Arquivo: 2.5.2005 : FSM 2005, moeda social, manufaturas c2c, guru anarquista, uscambau.
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Ragnarok , Filosofia e Harry Potter
-> Compartilhando Banners : Livro - A Sociedade em Rede

6.5.06

Camiset.andh.us no FISL, camisetas do Aprendendo Física


Camisa 3 Kmisetas
Originally uploaded by tupi.


Liga nois, milidias o mano Sergio F. Lima mandou um salve q ia colar no FISL (Festival Internacional do Software Livre) em Porto Alegre, ligeiro trocamos uma idéia de divulgar o wiki e o blog do Aprendendo Física com camiseta pano novo e na levada a fita do Camiset.andh.us. Ficou bem louco, 1-2 ele mandou a fotinha tirada com celular.

Então, até ganhei uma camiseta impressa no Camisa Online de presente. Valeu Sergio! Tb publiquei no Flickr as fotos com embalagem, etiqueta, uscambau. Senti firmeza, liga nóis:

Pacote da Camisa Online Camiseta com Estampa Aprendendo Fisica Etiqueta, detalhe

Valeu! Se pam tem mais estampa de blog, Alfarrabio, Alriada Express, Espaço Livre, Comunix, Teras, FFF... só no sapatinho, se virar, virou :-)

É nóis envolvido!

-> Arquivo: 17.3.2006 : Blogs do Sergio e Aprendendo Física - Sérgio F. Lima, Sílvicola # 8
-> Arquivo: 7.3.2006 : Camiset.andh.us no ar (ex-Camisetando)
-> Arquivo: 10.2.2006 : Investimento da Taba #1 Compra de domínio e hospedagem andh.us
-> Camiset.andh.us : Aprendendo Física, Aprendendo Física 02 e Aprendendo Física 03
-> Compartilhando Banners : Camiset.andh.us - Estampa do blog Aprendendo Física, Livro - Tease : Inspired T-shirt Transformations by Superstars of Art, Craft, and Design, Silk Screen e Transfer no Mercado Livre
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Linux, Skate e Celular com câmera

28.11.05

Inventor do Bittorrent rimando na Revista Fortune

an ad in I-D magazine=bram cohen really does have this thing (asperger's)

Vai vendo entrevistinha milidias com tiozinho q inventou o software p2p onde a molecada baixa vídeo, software, invenção mil graus q tem o dom de distribuir bagulho pesado pela net, daquele jeito. Olha a conversa, tipo copy paste de uns trechos da reportagem q saiu dia 17/10/2005:
Fortune.com - BITTORRENT: THE GREAT DISRUPTER, copy no site P2Pnet.net
Torrential Reign
Bram Cohen’s BitTorrent software made it a cinch to pirate films on the Internet. So why is Hollywood on his side?
By Daniel Roth
(...)
What he came up with was BitTorrent, a deceptively simple program that has grown into the hottest way to download anything bigger than a music file—from the legal (like militaryvideos.net’s amateur videos of the war in Iraq) to the infringing. It makes pirating a copy of the latest movie out of Hollywood a snap. All it takes is a free download of the BitTorrent software—something 45 million people have done—and anywhere from a few minutes to a few days. TorrentSpy, a site unrelated to Cohen that helps people find content available for download, averages more than 600 new BitTorrent files a day. A sampling: Microsoft Office 2003, Alfred Hitchcock’s Rear Window, episode two of CBS’s Ghost Whisperer (in high definition, for serious Jennifer Love Hewittians), plus a file containing over 400 Amazing Spider-Man scanned-in comics. Those huge files have made BitTorrent one of the biggest forces on the Internet, accounting for more than 20% of its traffic at any one time. That’s double the volume generated by the most common Internet activities combined: clicking on web pages, sending and receiving mail and spam, even streaming videoclips.
(...)
Before BitTorrent, large file transfers basically operated like the world’s slowest Blockbuster. You found someone with, say, a movie or show you wanted by going on Kazaa or searching the Net. Then you waited … and waited … and waited … as bit by orderly bit assembled itself on your PC, if it ever did. Cohen’s brainstorm was to break the file into pieces—typically about 1,000—and share the pain of the transfer among many downloaders. The BitTorrent software runs on a user’s machine and “talks” to other users who are trying to download the same file, automatically bartering for the pieces they each need (see diagram). The more users, the faster the download. Cohen also filled the program with canny details: For example, when a file first goes up, machines can download chunks only as fast as they upload them, deterring freeloaders who want to receive but not give. The program also always tries to snag the rarest piece of the file first. The idea? The more machines that have that rare piece, the less rare it becomes.

The first real world test of whether the principles would work on any large scale came in 2003, when open-source software company Red Hat released its Red Hat Linux 9 operating system. Demand for the product was so strong that downloaders crippled Red Hat’s servers. Eike Frost, a computer science student at Germany’s University of Oldenburg, however, had managed to get a copy. He ran it through BitTorrent, then posted a link to popular tech site Slashdot, inviting folks to come and get it. The swarm was immediate. Within three days the Red Hatters traded 21.15 terabytes of data—equivalent to more than all the books in the Library of Congress. At the peak, nearly 4,500 computers were swapping pieces of the file at any one time, uploading and downloading at a rate of 1.4 gigabits each second. Frost estimates that if he had leased a line to handle that much traffic, it would have cost him $20,000 to $60,000. Instead he paid his usual $99 server hosting bill.
(...)

Sentiu firmeza?
Se pam em pindorama vira misturar bittorrent p2p com distribuição em dvd sob medida em camelô, um mano baixa e outro encarta em cd-rom, banca de jornal, uscambau. Acesso grátis dial up lado a lado com cabo banda larga ou satélite, tudo no bolinho. Daquele jeito.
A revolução não será televisionada!

-> Arquivo: 18.5.2005 : Netflix e distribuição de vídeo copyleft descentralizado
-> Compartilhando Banners : DVD - O invasor
-> Compartilhando Banners : Livro - Só por prazer. Linux. Bastidores de sua criação.

23.11.05

Corpo Sem Órgãos virou Organismo Virtual

em casa (106)

Liga nóis, a mana Drica mandou um salve no blog de pano novo:
Cara nova
Fiz um update no Corpo sem Órgãos, que renomearei para Organismo Virtual. O template é novo e mais colorido, fiz poucas alterações por enquanto. Que tals?

Sentiu firmeza?
Fui, nem me viu!

-> Taba : Discursando : Nas Listas : Metafora : Recicle Politico(A) e Re: Provos
-> Compartilhando Banners : Mercado Livre : Brinquedos Artesanais

18.11.05

Proibido catar latinha no wiki - Javascript no Twiki


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Originally uploaded by Chã.


Mano, tipo milidias dando um pião no wiki (Twiki) da banca da Economia Solidaria, trombei com feature nervoso q libera uso de javascript na correria wiki. Dois palitos esse esquema permite inserir Google Ad Sense, Mercado Sócios, uscambau.
Teve o dom, qq maluco agora pode cair pra dentro editando texto, imagem e código. Se pam o Twiki paga de gatão pra ser o engine pro futuro corre do Wikifarm da Taba. É nóis.
Então, 1-2 cheguei chegando, wikando bagulho novo no Ecosol.softwarelivre.org e se pam incluindo Google Ad Sense fazendo um adianto pro coletando aqui da Taba, tipo um esquema de remuneração por resultado, descentralizado, autônomo, emergente, daquele jeito.
Mas vai vendo, tiozinho lá embaçou, sangue nos olhos a milhão, ligeiro enquadrou. Mãos no capô, deitem-se no chão e abaixem suas armas. Rima nervosa contra moedas corporativas e firma multinacional, propaganda comercial, pá e tal. Sente o drama:
Retirei os anúncios Google, você não pode colocar eles aqui. Reserve-se a fazer isso em sites seus, o que não é o caso aqui.
AntonioTerceiro - 16 Oct 2005

Ligeiro abri uma pg na própria goma pra trocar uma idéia: Pq essas pgs tem propaganda do Google - Proposta de remuneração descentralizada e autônoma para wikis

Pode crer, pra mim, moeda corporativa, online, digital, e mercados c2c de agentes independentes desterritorializados se pam é lado a lado na função de dar volta na moeda e no sistema econômico oficial, industrial, pá e tal. Sistema monetário e econômico alternativo estilo moedas sociais, solidárias e sustentáveis da Economia Solidária, tá valendo.
Se não embaçasse, minha idéia era usar o wiki Ecosol pra fazer o catado de notícias e artigos sobre Economia Solidária e Moedas Alternativas q fazia no Metaong.info milianos. Era só dar linha na pipa, até colei uma pá de pg nesse estilo ali (Ecosol - pgs q adicionei). Mas essa treta toda me lembrou pensamento da academia e burocracia de estado, tipo idéia de levantar muro pra cercar cidade universitária, fechar portão de fim de semana pra não trombar com maluco de bicicleta ou tiazinha muita risada comendo farofa.
Se pam, proibir sem teto de catar latinha e papelão com a conversa q pra combater o sistema na real teria q montar cooperativa, assinar canetinha em partido ou sindicato. Mais louco ainda seria se tiozinho lá imaginasse q a solução mil graus seria vestir o catador com uniforme, assinar a carteira dele de trabalho e fazer bater cartão 9 as 6, pá e tal. E ainda tiozinho ia chiar até umas horas denunciando as corporações multinacionais q exploram e lucram a milhão com a reciclagem do papel e alumínio, uscambau. Demorou!
Mas tô ligado q é mais fácil tirar do q pôr, passa um pano. Deixa quieto, é tipo um anti funk carioca: é rima de branco, q tomou sustagem e estudado, mas qdo começa a tocar todo mundo fica parado :-)
A vida é diferente da ponte pra cá, respeito é pra quem tem.
Nóis capota mas num breca!

-> Taba : Coletando: Coletando Regras
-> Taba : Cachimbando : Wikifarmbrasil Ponto Net
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - The wiki wiki way
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Reciclagem e Linux

17.10.05

CLAP Conhecimento Livre e Aberto de Produção

Tux_ubuntu

Liga idéia mil graus do tiozinho José Monserrat Neto, professor da UFLA Lavras/MG e da APBES Associação Brasileira de Pesquisadores da Economia Solidária. Ligeiro fiz um copy paste do PDF do tiozinho lá no wiki da Taba. Olha a conversa:
Reflexão sobre o Modelo de Software Livre como Caminho para Construção de um Novo Sistema Econômico

(...) As várias atividades humanas são consideradas (por Mouzelis) como interdependentes, mas relativamente autônomas. Isso permite conceber o desenvolvimento social como aberto às surpresas da criação histórica (Monserrat 2004), e sustenta a concepção de Singer(1996) para o surgimento do capitalismo, em que o autor distingue a ‘revolução política capitalista’ da ‘revolução social capitalista’, concluindo que o capitalismo surgiu nos interstícios do sistema feudal e do sistema de oficinas artesanais, e não a partir de uma revolução burguesa.
(...)
A visão de Singer nos estimula a refletir sobre o potencial da Internet, bem como de suas ferramentas de trabalho cooperativo (e-cooperative work) e de democracia on-line (e-democracy).
Quem sabe se a Internet não seja a inovação tecnológica que possibilitaria a vantagem competitiva decisiva para a construção de um novo sistema de produção, já que permite o livre fluxo de informações e o trabalho cooperativo à distância, numa escala sem precedentes no mundo, talvez tão radical quanto foram as primeiras máquinas fabris do século XVIII? Não seria a Internet a invenção tecnológica passível de ser explorada plenamente apenas por organizações de caráter decididamente cooperativo e democrático? O curioso é observar que já existe um precedente, e muito bem sucedido: o sistema cooperativo de produção de software, da “indústria” de 'software livre de código aberto' (Free Open Source Software – FOSS).
(...)
Modelo de Produção de Software Livre em outras Áreas da Economia
Há uma diferença crucial entre entre a produção de software e a de bens materiais: o produto final. Software é um tipo de informação, imaterial em sua essência, fácil de ser copiado, distribuído e compartilhado. Já os bens materiais não podem ser “copiados”, e não são fáceis de se compartilhar. Como consequência, ao vender um bem material, o produtor é alienado deste.
(...)
Nas outras áreas econômicas, os bens materiais não são compartilháveis, como também não o são as ferramentas, máquinas e a infraestrutura física, de um modo geral. Porém, o conhecimento da produção (técnicas, know-how, blueprints, etc) é de fato compartilhável e muito semelhante ao software. Esta é a chave para se expandir o modelo de software livre para outras áreas da economia. No modelo capitalista tradicional, o conhecimento de produção é visto da mesma maneira que o software no modelo proprietário: o resultado de P&D e o conhecimento de produção são mantidos em segredo, apropriados de forma privada e, frequentemente, protegidos contra competidores por meio de patentes, de forma a garantir o monopólio da inovação. Assim, os custos de desenvolvimento do conhecimento de produção, bem como o monopólio sobre o conhecimento fechado, passam a ser embutidos no preço final do bem material, podendo resultar em produtos com preços exorbitantes, na escravização de consumidores e, é claro, em monopólios econômicos.
(...)
Inversamente, o conhecimento de produção poderia ser visto do mesmo modo como é visto no modelo de software livre: o conhecimento de produção poderia ser desenvolvido cooperativamente e apropriado coletivamente. Poderíamos chamá-lo de Conhecimento Livre e Aberto de Produção (CLAP), e imaginar um CLAP específico para cada área de produção, de TVs e carros a móveis e casas. Pode-se imaginar então um paralelo completo entre o modelo FOSS e o modelo CLAP.
Assim, no modelo CLAP, o conhecimento de produção, de qualquer área, seria desenvolvido numa comunidade voluntária de desenvolvedores, produtores e consumidores, cuja característica principal seria a de ser enorme, forte e amigável, baseada na cooperação, e não apenas na competição. Haveria uma característica-chave no modelo CLAP: suas licenças, do tipo GPL, manteriam livre todo novo conhecimento de produção desenvolvido a partir dos anteriores.
(...)
Deste modo, a produção do 'conhecimento livre e aberto de produção' (CLAP) se tornaria intrinsecamente cooperativa e conduzida pela comunidade. Além disso, o modelo CLAP propiciaria um novo tipo de negócio, baseado na venda de produtos materiais e serviços, só que a partir não dos resultados fechados de atividades de P&D, e sim do conhecimento livre e aberto de produção, desenvolvido cooperativamente e apropriado coletivamente. Organizações cooperativas abertas se sustentariam a partir da própria produção de bens materiais, e de serviços relacionados, ou seja, a partir do trabalho realmente efetuado para produzi-los. A competição seria então realizada entre os tipos, variedades, combinações e qualidade dos bens produzidos e serviços prestados. Presumivelmente, o modelo CLAP poderia ter várias consequências positivas: (a) inovações mais orientadas às reais necessidades dos consumidores; (b) conhecimento de produção mais rapidamente desenvolvido, e bens produzidos que o utilizam apresentando melhor qualidade; (c) cooperação e competição ambas amplamente estimuladas, acelerando o avanço tecnológico; e (d) escravização de consumidores e surgimento de monopólios naturalmente evitados. Esta visão é poderosa e utópica, mas qual seria a viabilidade real do modelo CLAP?

Viabilidade do Modelo CLAP

Algumas das condições que parecem imprescindíveis para tornar viável o modelo CLAP seriam as seguintes:
(1)Proteção efetiva do conhecimento livre e aberto de produção, que evite sua apropriação privada e quaisquer restrições a seu acesso público. A lei de patentes é o fator que mais complica o modelo CLAP. Algumas alternativas seriam: (a) uma licença do tipo GPL; (b) uma licença do tipo “patent-left”, similar à “copy-left”; (c) uma licença do tipo “creative common”, semelhante à usada para trabalhos criativos (Lessig 2004). Esta é uma questão em aberto.
(2)Massa crítica mínima de uma comunidade de desenvolvedores, produtores e consumidores, de modo a tornar auto-sustentáveis a abertura e manutenção de negócios CLAP, em qualquer área específica da economia.
(3)Ruptura na cultura individualista de construção do conhecimento e de abertura de negócios, por meio da criação de uma nova cultura de cooperação mais ampla e de negócios que poderiam ser feitos a partir dessa cooperação aberta.
Quem adotaria o modelo CLAP? A área de software nos ajuda a revelar respostas. Grandes empresas jamais adotariam o modelo FOSS. Do mesmo modo, a maioria das empresas tradicionais das outras áreas econômicas também não o adotariam, especialmente as grandes. O modelo CLAP talvez pudesse ser adotado por pequenas empresas (talvez parcialmente), por organizações sem fins lucrativos e não-governamentais. Creio que o modelo CLAP poderia ser adotado e desenvolvido por organizações cooperativas (Monserrat 2005a), especialmente as envolvidas na economia solidária (RBSES 2004).
(...)

Sentiu firmeza?
A revolução não será televisionada!

-> Taba : Cachimbando : Gurus : José Monserrat Neto : Reflexão sobre o Modelo de Software Livre como Caminho para Construção de um Novo Sistema Econômico
-> Compartilhando Banners : Livro - A Economia Solidária no Brasil. A autogestão como resposta ao desemprego.
-> Arquivo: 19.8.2005 : Etsy.com - Pelo fim da produção industrial em massa

19.8.05

Otun - Open Technology Users Network. Saída pela direita?

surf

Liga trombei ontem com essa matéria no Estadão, caguetando q tiozinho q paga uma de evangelista do software livre, ligeiro trocou uma idéia com banqueiro burocrata e 1-2 caiu pra dentro do Otun - Otun.org. Dando fuga do embaço do ITI, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. Liga q a correria Otun é tupiniquim, paga uma de gatão com nome completo gringo mas vulgo se pam é na levada de batuque :-) Olha a conversa:
Quinta-feira, 18 de Agosto de 2005
Empresas se unem pelo software livre
Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal criam associação de grandes usuários e fornecedores para incentivar desenvolvimento
Renato Cruz

"O governo, às vezes, atrapalha", afirmou o vice-presidente de Tecnologia e Logística do estatal Banco do Brasil, José Luiz de Cerqueira César. "Estamos aqui para falar menos e fazer mais. Não vamos fazer guerra política, não vamos fazer lobby no Congresso ou ministério nem pedir esmola para ninguém." As empresas, com destaque para os bancos estatais, parecem que querem despolitizar a defesa do software livre, como o sistema operacional Linux. "Não estamos fazendo nada para um ciclo biológico de quatro anos", completou Cerqueira.

Ontem, foi lançada uma organização não-governamental chamada Rede de Usuários de Tecnologias Abertas, que adotou a sigla Otun, do inglês Open Technology Users Network. A idéia é reunir as empresas que usam o software livre - que não exige pagamento de licenças e pode ser copiado e modificado pelo usuário - para que compartilhem experiência e esforços de desenvolvimento de aplicações específicas.

O movimento ocorre ao mesmo tempo em que o principal defensor do software livre no governo, o sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, prepara-se para deixar a direção do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), ligado à Casa Civil. Ele só espera um sinal verde da ministra Dilma Rousseff.

"O País passa por uma crise política grave e o tempo dela está sendo consumido por isso", explicou Amadeu. "Tudo que será feito, será anunciado pela ministra", completou o diretor-presidente do ITI, acrescentando que possui um acordo com a ministra de não falar sobre seu futuro no instituto antes de um pronunciamento de Dilma a esse respeito. "O que ela me autorizou a dizer é que a política de software livre vai continuar."

Cerqueira, do Banco do Brasil, sugeriu que Amadeu poderia assumir uma posição de destaque na ONG anunciada ontem. O diretor-presidente do ITI disse que o assunto "será discutido no momento apropriado". Amadeu está descontente desde o fim do ano passado por causa da oposição que a política de software livre sofre dentro do próprio governo. O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, já se manifestou publicamente contrário à exclusividade dos programas de código aberto. O Ministério do Planejamento decidiu contingenciar a maior parte dos recursos solicitados por Amadeu.

De acordo com o gerente-executivo de Software Livre e Sistemas da Cobra Tecnologia do Banco do Brasil, Ricardo Bimbo, existem cerca de 50 empresas interessadas em se associar à Otun, como Casas Bahia, Carrefour, ABN Amro, Novell, IBM e Sun Microsystems. A ONG espera arrecadar cerca de R$ 1,5 milhão por mês de seus associados.

O principal objetivo da Otun é concentrar esforços para o desenvolvimento de soluções em software livre que ainda não existem no mercado. Já foram definidos projetos para criar sistemas de caixa automático para bancos, estações de trabalho, geoprocessamento, ensino à distância, projetos assistidos por computador (ou CAD - Computer Aided Design) e arranjos produtivos. Além de coordenar as iniciativas das empresas, a Otun também vai buscar troca de experiência com outros países.

"O software livre já é muito mais forte no setor privado", afirmou Amadeu, do ITI. "O movimento do governo foi somente o pontapé inicial."

Lembrei q milidias, em maio, tiozinho do Banco do Brasil rimou em cima de uma tal de Organização Mundial do Software Livre, se pam deram fuga. Daquele jeito.
Liga q maluco do Estadão, Valor, uscambau, milidias tá na rima nervosa com tiozinho do ITI, vai vendo:
19/07/2005 - Valor Online - Amadeu sustenta cruzada do software livre
20/07/2005 - O Estado de S. Paulo - Software livre divide o governo
21/07/2005 - O Estado de S. Paulo - O Brasil está tentando politizar o funcionamento da internet
É muita treta!
Não me acompanha q não sou novela.


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25.7.05

Ruby on Rails e Ajax, explicações em português

Ruby on Rails Wallpaper

Liga q milidias o mano Kenji do Vardump mandou um salve q a banca nerd está a milhão pagando um pau pra esquema novo. A rima da hora é tipo Ruby on rails e Ajax. Ligeiro trombei no blog Usabilidoido, com mano explicando a fita do Ajax, vai vendo:
Ajax vai desifentar o Flash?
Ajax é um xunxo (gambiarra) no Javascript do HTML que permite atualizar informações numa página sem precisar recarregar a página. Apesar do recurso estar disponível há anos, parece que só agora descobriram ele.

E na lista WD, o mano Juan Maiz da Movelinfo mandou bem na rima explicando o Ruby on rails, olha a conversa:

Já que o assunto se extendeu, vou dar uma boa intro pro pessoal.

Primeiro, coloquem para baixar este vídeo:
http://www.rubyonrails.com/media/video/
rails_take2_with_sound.mov


O Ruby on Rails é um framework para desenvolvimento web, feito por David Hainemeier Hansson (a quem tive o prozer de conhecer no Fórum de Soft Livre), um cara da 37 signals (os designers aí vão conhecer!), a priori para os projetos internos.

O Ruby on Rails, como o nome já diz, utiliza a linguagem Ruby, simples e poderosa. Ah, e muito utilizada no Japão, e agora se tornando POP nos EUA (principalmente por causa do "Rails").

Este framework utiliza um Design Pattern (Padrão de projeto) conhecido como MVC ou em portugas Modelo-Visão-Controle, ou seja, separa de forma clara o layout, as regras de negócio e a base de dados. Também implementa outros Design Patterns como o "Active Record" que cria uma camada de abstração com a base de dados muito interessante (na prática você não escreve quase nada de código e tem sua base organizada em objetos).

Uma das principais diferenças entre Rails e Plone/Zope, por exemplo, é que Rails não tem um "sistema de autenticação", ou um "sistema de cadastro de stuff". Rails não tem nada, apenas infra-estrutura pra que você faça a sua aplicação do zero (ground-up).

Como o próprio David falou, o Rails é como se diria em Hollywood, "Java meets PHP". Ou seja, você tem a organização do Java e a rapidez e praticidade do PHP. Por outro lado, como ele mesmo diz, em Rails você escreve menos código para um sistema inteiro do que um arquivo XML de configuração em Java (sem flames, estou apenas parafraseando-o), e também tem todo o "quick" do PHP sem cair para o lado "dirt".

Além disso o Rails já possui suporte para conceitos novos, como o Ajax.

Outro argumento importante é o apoio do Martin Fowler ao projeto (quem é programador conhece e respeita!).

Por fim vou botar uma frase muito engraçada do site, dita por Austin Moody:

I'd rather write a video game in Fortran than have to write another web-based application without Rails.
"Eu prefiro escrever um jogo em Fortran do que escrever outra aplicação web sem Rails".

Atualmente, estou desenvolvendo um framework para PHP, chamado Magic, mas com uma visão um pouco diferente, mais para Oracle Forms, só que focado em Postgres, mas estou aproveitando muitos patterns do Rails.

Em outra msg na lista, o mano já tinha versado:
Recomendo que aprenda a linguagem Ruby.

Vou ser sincero nas opiniões:
ASP - A sintaxe é terrível, a organização da API, as funções, a plataforma que roda, tudo é um monte de lixo. Tente fazer uma função para formatar uma data em formato brasileiro, por exemplo, e você verá. O único ponto forte é a biblioteca de acesso à banco.
PHP - Muito mais poderosa que ASP, mesmo assim é muito limitante para o programador experiente, sem falar que é baseada num monte de funções mal organizadas, propositalmente imitando C. A orientação à objetos é mal feita e os códigos da "comunidade" costumam ser de baixa qualidade.

Quais as alternativas?
Python - Muito bom, tem tudo o que você vai precisar, sem falar que é muuuuito fácil de aprender. Só não tem Rails ... ainda.
Ruby - Tem tudo o que você teria em Python, mas tem Rails!

http://www.rubyonrails.com

(Deu pra ver como fui tendencioso nessa né?)

Baixe o vídeo e veja o cara fazendo um Blog em 15 min (sabendo o que está fazendo, é claro...)

Só me avisa quando achares um provedor brasileiro que tenha, pra eu tirar as minhas aplicações de El Salvador, ok?

Fui.

Sentiu firmeza?
A revolução não será televisionada!

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2.5.05

FSM 2005, moeda social, manufaturas c2c, guru anarquista, uscambau.

Liga q no começo do ano teve a fita do Fórum Social Mundial em Porto Alegre. Uma pá de maluco, tudo no bolinho, trocando idéia lado a lado, economia solidária, software livre, revolução proletária, estados alterados da consciência, arquitetura sustentável e/ou nômade, manéjão tomando banho pelado na frente da banca toda, uscambau :-)
Então, se jogaram em experimentar uma moeda social, sistema monetário alternativo, lets, sei lá. Vai vendo, em janeiro saiu essa entrevista com coordenador do Ibase, João Roberto Lopes:
Txai significa companheiro, amanhã, metade de mim em você, pedaço valioso de mim. Vem de uma tribo do Acre que se chama Kaxinawa. Estão sendo criadas moedas de 0,50, 1, 2, e 5 Txais. A lógica da moeda social é a de que você pode trocar serviços ou produtos pelo Txai. Trocar dinheiro pelo Txai foi uma concessão feita para o evento simbólico do FSM, mas ainda está em discussão. Mas a idéia do Txai é você comprar sem dinheiro. Se você chega lá e quer se voluntariar a montar algo, poderá receber em Txai e depois consumir na praça de alimentação. As pessoas vão sem nada para lá e podem comer e se virar. Os trabalhadores e trabalhadoras do FSM que estão montando o piso, em vez de receber tíquete-refeição, vão receber Txai e vão poder comprar na praça de alimentação. Isso já foi aceito por eles. Também é possível trocar produtos por Txai. Vai ter uma central de abastecimento e um Ecobanco. Mas a idéia é que as pessoas não segurem o Txai. É para fazer circular.
Nova-e (15/1/2005): Txai é a moeda social do FSM 2005.

Liga q na lista Rede Solidária, tiozinho mandou um salve avisando da produção de hardware, eletrônicos, livros e manufaturas no esquema social, solidário, daquele jeito.
Produção de equipamentos eletrônicos na Economia Solidária. Equipamentos eletônicos foram produzidos pela Preletro - empreendimento solidário de Caxias do Sul e as cabines de tradução foram produzidas metade pela Restaurarte - empreendimento solidário de Caxias do Sul e metade pela Boscaini - empreendimento solidário de Canoas. Os equipamentos eletrônicos foram articulados pela Associação EMREDE - rede de empreendimentos solidários do RS e as cabines foram articuladas em conjunto entre a Associação EMREDE e o Fórum de Economia Solidária de Canoas.
Milton Pantaleão, Coordenador Geral EMREDE / Guayí

Segue a rima, ainda na lista Rede Solidária:
Balanço da distribuição do livro "Fome Zero e Economia Solidária
Amigos/as. O livro "Fome Zero e Economia Solidária" foi produzido e distribuído no circuito da economia solidária, utilizando-se softwares livres, impresso em uma gráfica solidária, distribuído e vendido em uma rede solidária que integra, até o momento, 12 entidades e pessoas. (...)
Euclides Mance


Guru hacker anarquista

Liga nóis q o guru Manuel Castells colou tb no FSM e trocou uma idéia bem louca, rimando sobre ética hacker e movimento do software livre no naipe do anarquismo. Liga nóis:
Mas eu não igualaria o software livre à esquerda. Ele é algo muito mais amplo. Seus valores são valores de transformação social e acho que mais próximo do anarquismo. As idéias que estão por trás do software livre acho que são anti-autoritárias e de liberdade. Para mim, essas idéias são revolucionárias. Mas cabe uma diferenciação da expressão política organizada da esquerda. O movimento software livre é mais amplo do que o movimento anti-capitalista e pode encontrar aliados no capitalismo. De comum, há as idéias de liberdade e eles estão dispostos a aceitá-la. Isso é muito revolucionário, pois, no fundo, os grandes poderes mundiais não estão dispostos a aceitar a liberdade.
Manuel Castells. Comciencia.br (25/2/2005)

Dando um pião na web, trombei com essa rima de 2001, na mesma levada.
Bueno, el hecho de que Internet sea el instrumento fundamental de organización de movimientos sociales, -lo mismo que lo es para la empresa-, cambia el carácter del movimiento, hace a los movimientos reticulares, multiformes; genera un debate sin generar organización permanente. En fin, volvemos al anarquismo catalán de principios de siglo, que es lo mío, pero sin todo lo que había al lado que era la necesidad de la organización dura, seria, que era la contradicción de los principios anarquistas.
Manuel Castells em entrevista a Eduardo Castañeda H / Myriam Vidriales
Alma de hacker. Punto G. México, abril del 2001.

Cabelo avoa! Fui, nem me viu.

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12.1.05

Manufaturas c2c - LinVDR

Liga nois receitinha gringa pra fazer seu Video Disk Recorder/Personal Video Recorder em Linux. Vai vendo: Basically, it's an approach to build a small, cut to the bone, ready and easy to install VDR Linux distribution.
LinVDR is a complete, breathing Linux system smaller than 128 MB with a complete digital Video Disk Recorder (VDR) / Personal Video Recorder (PVR) and several plugin...

Bacana do monopólio da midia de massa tupiniquim fica embaçando, molecada vai descer pra buscar. Demorou.
A revolução não será televisionada!

Veja mais links em Taba : Trilhando : Trilhando Manufaturas C2C

7.12.04

Manufaturas c2c - Metareciclagem no Link e spam do Ferro Velho da Informática

oficina de pintura com o paulo bailux

Liga matéria de ontem no Link do Estadão:
Dê um final feliz ao seu micro usado

Trocando uma idéia com os manos no Liganois tipo comentei q no cantinho da matéria tiazinha fala de iniciativas privadas de reuso, reciclagem, remanufatura de computadores pcs por firmas, tipo a Planac (do PC Gol), uscambau. Se pam no mesmo bolinho vira agentes independentes, Busca no Mercado Livre, pá e tal.

Vai vendo, milidias recebi um spam nervoso de tiozinho pagando uma de Ferro Velho da Informática, liga nois:

Ferro Velho da Informática

Micro usado Pentium mmx com monitor colorido, pronto para Internet, completo!
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Será q vira ou é 171? Fui, nem me viu!
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