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29.4.13

Copyleft impresso e manipulavel

Revista Ocas

Msg sobre impressão c2c na Lista Metafora tipo mais de uma década atrás.

Copyleft impresso e manipulavel

11.09.2002 - Falai' metaforas,

Se liga nessa ideia de um maluco q disponibiliza em coyleft minibooks de arte para neguinho baixar, imprimir, dobrar e partir pra dentro.

Zooloo, object non indentifie
http://www.alt-man.com/zooloo/

To viajando aqui mas se pam o sanguebom inventou um modelo p2p de editoracao e distribuicao fisica de ebooks, uscambau... pq ler o firstmonday na tela e' embacado! Imagina um futuro vc mandando um sms pro homeless da esquina pra encomendar um print com capa desenhada, papel reciclado uscambau? Tipo juntando o zooloo com aquela parada dos street papers:

http://www.ocas.org.br

Se for so' no sapatinho pa' pum da' pra inventar uns zooloos estrumbados pro blogchalking reverse q e' daquele jeito :-)

Demorou!

\//
Tupi

-> Arquivo: 10.9.2012 : Re: Meta Reciclagem, Agente Cidadão, etc 
-> Arquivo: 10.9.2012 : Re: Ganhando uns trocos blogando
-> Arquivo: 13.7.2011 : Livro Ttsss... A grande arte da pixação em São Paulo pra download grátis
-> Arquivo: 19.10.2006 : Mídia autônoma e comunitária na favela Heliópolis
-> Arquivo: 17.3.2006 : Livros copyleft feitos com papel e papelão reciclados
-> Arquivo: 15.6.2005 : Livros sob encomenda no Estadão 8/6/2005
-> Arquivo: 8.12.2004 : Gerador online de calendários para impressão
-> Coletando : Livraria Cultura: Livros Graffiti Brasil e TTSSS, A grande arte da pichação em São Paulo 
-> Busca no Mercado Livre : Livros, Tablet, Arte, Adesivos e Smartphone

13.7.11

Livro Ttsss... A grande arte da pixação em São Paulo pra download grátis

A grande arte da pixação em São Paulo

Liga o livro da Editora Bispo - Ttsss... A grande arte da pixação em São Paulo, Brasil (autores Boleta e John Wainer) - que mandei um salve aqui no blog quando foi lançado há milianos, então, tiozinho da editora teve o dom de colocar pra download grátis, junto com uma pá de outros livros, 1-2 raspá lá: Editora Bispo Download Free.

Se pam vale até imprimir colorido e encardenar pra ler, guardar ou até mesmo oferecer pra vender e trocar com os manos e quem mais se interessar pela arte do pixo, a paisagem da cidade, uscambau. Até mesmo os outros livros pra baixar grátis da Editora Bispo, parecem que representam, só pelo naipe dos autores: Xico Sá, Pink Wainer, José Simão, Cláudio Tognolli, Paulo Cesar Peréio, André Gonçalves, Jonathan Swift, Claudia Bercsek e Clarah Averbruck.


Updates:
9/8/2011: Graffiti 3D de verdade com objetos reciclados
27/7/2011: Documentários de pixação em DVD e no cinema de museu de arte
20.7.2011 : Letras de grafite e pixação pro Orkut

-> Arquivo: 17.8.2006 : Handselecta, tipos de letras com grafite e pixação
-> Arquivo: 2.6.2006 : Livro "A grande arte da pixação em São Paulo" na Folha de SP
-> Arquivo: 17.4.2006 : Crochê, tricô, fuxico, mobs e arte da rua
-> Arquivo: 28.2.2006 : Arranjo produtivo do grafite e pichação no jornal Estadão
-> Arquivo: 4.8.2005 : Arranjo produtivo do Graffiti
-> Coletando : Amazon : Livro - Graffiti Brasil
-> Coletando : Livraria Cultura: Livros Graffiti Brasil e TTSSS, A grande arte da pichação em São Paulo
-> Coletando : Mercado Livre : Pintura, Livro, Spray, Grafite, Desenho em vetor

19.10.06

Mídia autônoma e comunitária na favela Heliópolis

Fantasy Short Film Festival 2008

Liga matérias milianos no jornal O Estado de São Paulo, mandando um salve sobre os corres de mídia autônoma e comunitária na Favela Heliópolis, aqui em Sampa, uscambau. Tipo, rimando sobre produtora de vídeo e cinema do Gildivan e tb sobre o jornal local A Folha de Heliópolis. Olha a conversa:
Gil, o Buscapé da Cidade do Sol, registra festa e dor
11/12/2005 - Adriana Carranca

Cineasta quer retratar lado legal de Heliópolis, mas vídeo sobre mazelas é que emplacou em festival de curtas de SP

A frase que Gildivan Félix Bento, de 33 anos, mais ouve dos amigos é: "Você devia se candidatar a vereador", de tão conhecido que é em Heliópolis. Ele abre um sorriso tímido e orgulhoso, mas desconversa. Não larga por nada a profissão: fotógrafo e cineasta. Do topo da casa mais alta ao beco mais estreito, não há canto que não conheça ou ao qual não tenha acesso na favela, onde mora há 22 anos. Versão paulistana do protagonista do filme Cidade de Deus, ele é o Buscapé da Cidade do Sol (Heliópolis, em grego).

O filme de Fernando Meirelles, que se passa no Rio, é narrado pelo menino pobre que sonha em ser fotógrafo para retratar a vida na comunidade. Consegue uma bela foto da guerra do tráfico nos morros, mas, com medo de represálias de bandidos e da polícia, não publica a imagem. Na vida real, Gil, como é conhecido, tem os mesmos motivos para nem sequer tentar fotografar cenas parecidas. "Não quero ter o mesmo destino de Tim Lopes", declara, referindo-se ao jornalista assassinado por traficantes em uma favela do Rio.

Gil percorre Heliópolis em busca de histórias e imagens há quase uma década. Com a Associação Cultural Kinoforum e outros dez jovens da favela, produziu três filmes. Entre eles, um curta-metragem sobre os 1.578 moradores que vivem em palafitas sobre um córrego poluído e infestado de ratos - local de maior vulnerabilidade da favela, segundo a Subprefeitura do Ipiranga. O poder público não faz nenhuma benfeitoria lá, por ser área de proteção ambiental.

O documentário de 7 minutos Armando o Barraco foi apresentado no 14º Festival International de Curtas Metragens de São Paulo. Os outros eram sobre jovens de periferia. Mas o que ele quer é mostrar a beleza de Heliópolis. "Aqui tem o pôr-do-sol mais bonito do mundo", diz, do alto da casa de cinco andares do amigo Benê. "Tem muita coisa boa na favela, muita beleza e gente feliz. O que é ruim, o povo cansou de ver."

Gil começou a trabalhar aos 10 anos, como empacotador em um hipermercado na Rodovia Anchieta. "Quando você é criança, qualquer dinheirinho que entra, fica feliz", diz ele, que discorda do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em relação ao trabalho infantil e se arrepende de não ter concluído o ensino médio. "Jovem tem de trabalhar e estudar. Cabeça vazia pensa besteira."

Trabalhou em uma fábrica de chocolate, uma marcenaria e uma empresa de serviços elétricos. Todas fecharam. Quis começar negócio próprio. "Um dia percebi que na favela tinha muita festinha, mas ninguém gravando ou fotografando", conta. Com o FGTS do último emprego, comprou a primeira VHS. Leu o manual em um dia.

Começou a filmar festas de amigos de graça. "E não é que ficava bom e bonitinho?" Passou a cobrar e, com o dinheiro de três ou quatro festas por mês, pagou as 12 prestações de uma ilha de edição usada. Queria entregar as fitas como a do casamento da prima, com letreiros e efeitos especiais. Distribuiu faixas pela favela oferecendo o serviço e pediu a um amigo que anunciasse na Rádio Heliópolis. Há seis anos, foi contratado como fotógrafo e cinegrafista oficial da associação de bairro. Tem contatos com bombeiros e, com isso, acompanhou tevês brasileiras e até uma japonesa nas vielas de Heliópolis. "Comecei tentando trabalho fora, mas quando a gente diz que é daqui, o povo discrimina. Graças a Deus, hoje vivo da Heliópolis." Foi Gil quem filmou o presidente Lula em visita à favela. Considera ser dele a melhor imagem que já fez, assim como a frase que diz representar sua vida. "Na posse, Lula disse tudo: 'A esperança venceu o medo.'"

Dando linha na pipa, uma pá de números do jornal local, pá e tal. Vai vendo:
Jornal local tem tiragem de 10 mil exemplares

Como quase todo jovem de Heliópolis, Alexandre Paulo de Souza, de 28 anos, não tem diploma de universidade para exibir na parede, o que o deixava triste. Hoje, não liga, embora ainda sonhe em cursar jornalismo. No local reservado para o certificado, pôs a capa do primeiro exemplar, em tablóide, do segundo maior motivo de orgulho em sua vida: o jornal A Folha de Heliópolis, quinzenal com 10 mil exemplares, lançado em março. O primeiro é a filha, Carolina, nascida uma semana depois do jornal. "Pedi muito para ela esperar. Não podia falhar com os anunciantes na primeira edição. E a credibilidade?"

Começou com oito páginas e 15 anunciantes, conquistados no porta-a-porta. Após 19 edições, ganhou formato standard, com seis páginas e 34 anunciantes, que permitem que ele viva do negócio e empregue quase todos os parentes. Não deixa de ser um jornal familiar, como vários diários do País.

O pai largou o serviço de pedreiro e virou gerente comercial. A mãe, ex-costureira que só se aproximava de uma câmara em aniversários da família, tornou-se fotógrafa. A mulher escreve as receitas da página 2 e o irmão é digitador. A cunhada dá dicas de saúde na 3 e o sogro assina a coluna de religião Mensagem de Fé, na 4.

Antes de investir no primeiro jornal de Heliópolis, Souza instalou persianas, foi atendente em posto de saúde e balconista em loja de construção. Até abrir uma estamparia. "Um dia, o movimento estava fraco. Só entrava gente para perguntar se eu tinha recebido o jornal do bairro, que raramente chega a Heliópolis. Daí veio a idéia."

O computador que estampava camisetas passou a desenhar páginas, com dicas de um primo jornalista. Só faltava vender. "Coloquei o jornal de bairro debaixo do braço e fui entrando em cada lojinha. Como não tinha o meu jornal para mostrar, vendi anúncio no outro."

Os R$ 1.400,00 para a edição número 1 vieram de anunciantes da Heliópolis. Como todo jornal popular, a página mais lida é a de empregos. Há serviço de utilidade pública e notícias de eventos culturais que o jornal apóia, como o Miss Heliópolis. Só não se vê violência nas páginas. "Não tenho nada com isso", explica.

Demorou!

É tudo no seu nome.

->Arquivo: 12.9.2006 : Biblioteca na casa do pedreiro em São Gonçalo/RJ
->Arquivo: 13.7.2006 : Projetos para favelas cariocas e o teleférico de Medellin
->Arquivo: 17.4.2006 : Fábrica de Criatividade, Capão Redondo, matéria no Estadão
-> Arquivo : 12.12.2005 : Victoria Abril faz ponta no Cine Favela Heliópolis
-> Arquivo: 6.9.2005 : Festa na Favela Godoy para gravação do DVD
->Arquivo: 2.6.2005 : Diretor de cinema e pedreiro no jornal O Estado de SP
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Camera Digital, DVD Player, Celular com camera e Impressoras
-> Coletando : Buscapé : DVD Cidade de Deus e CD Rappin Hood
-> Compartilhando Banners : Livros Cidade de Deus e Capão Pecado e DVD - Rádio Favela. Uma onda no ar

17.3.06

Livros copyleft feitos com papel e papelão reciclados

Livros feitos com papel e papelão reciclados

Liga nóis correria bem louca, juntando catadores de papel e papelão, escritores copyleft, artesão, artistas gráficos e encadernadores, tudo no bolinho. Correria da Eloisa Cartonera na Argentina e Sarita Cartonera no Peru. Livro artesanal, conteúdo livre, geração de renda, teve o dom.

Liga nóis matéria na Folha Online sobre a fita:
Editora argentina converte papelão em livro artesanal
18/10/2005, JULIÁN FUKS da Folha de S.Paulo

Quanto ao fato de nada se perder, de tudo se transformar, parecem não restar dúvidas. Mas cabe pensar em que temos transformado aquilo que damos por perdido. O papelão, por exemplo. Enquanto em São Paulo tem-se discutido se o material, juntamente de seus catadores, deve ser retirado do centro da cidade por atrapalhar o tráfego dos automóveis, em outra metrópole sul-americana, Buenos Aires, seu destino tem sido bem diferente. Lá, o papelão tem se convertido num dos objetos mais valorizados da cultura ocidental: não, não o carro; o livro.

Trata-se do trabalho da pequena editora argentina Eloisa Cartonera, que produz livros de baixo custo com capas de papelão cortado e pintado a mão. As páginas internas podem ser impressas ou xerocadas, mas sempre coladas para constituir o livro. "Trata-se de um projeto simultaneamente editorial e social, e social de muitas maneiras", diz Cristian De Nápoli, um dos editores.

Tentemos compreendê-las. A cada semana, um grupo de dez catadores de papel passa pela pequena loja da editora para deixar suas coletas. Por esse trabalho, recebem sete vezes mais do que vendendo o papelão para a reciclagem convencional.

Quem recebe o material são três ex-catadores, hoje os responsáveis pelo trabalho manual das edições: cortam o papelão, pintam as capas, imprimem ou xerocam as páginas internas, colam tudo. Com esse trabalho, se sustentam.

Os livros são publicados em tiragens que variam entre 40 e 1.500 exemplares. São vendidos na própria editora e em mais de 30 pequenas livrarias argentinas, que aceitam comercializá-los mesmo sem registro (embora haja planos de passar a registrá-los em 2006). Custam entre quatro e seis pesos, o que equivale, sem precisões matemáticas, a algo entre R$ 3 e R$ 5. A partir desse trabalho, "difunde-se o acesso à literatura", nas palavras de De Nápoli.

Quem são os autores? Uma longa lista de escritores latino-americanos --mais de 80-- em que se intercalam nomes famosos, como os de Ricardo Piglia e César Aira, a outros bastante desconhecidos, de autores debutantes nas letras impressas. Entre os brasileiros editados, o mesmo contraste proposital: lado a lado com os poetas Haroldo de Campos e Manoel de Barros, a mineira Camila do Valle, nunca antes traduzida a uma língua estrangeira, e o sul-matogrossense Douglas Diegues --este que nem sequer precisou de tradução, pois escreve no portunhol característico da fronteira entre Brasil e Paraguai.

"No começo, Cucurto e eu saíamos para procurar grandes escritores e pedir algum manuscrito, algum texto inédito. Hoje, quase não os procuramos, porque a editora já se tornou bastante conhecida e nos chegam muitos bons originais", explica De Nápoli. Washington Cucurto, não se apoquente o leitor, é o idealizador disso tudo. O sujeito que, em 2002, criou a editora como extensão de uma outra que tinha, que produzia livros grampeados, com capas de cartolina.

Expansão

Se pensam em expansão? "Mais do que nos expandir em direção a outros países, queremos colocar o exemplo. Para que cada nova iniciativa possa se adaptar às características que lhe impõe o mercado local", afirma De Nápoli. Assim tem acontecido. No Peru, por exemplo, existe há um ano a Sarita Cartonera, algo como uma filial da anterior, porém de funcionamento completamente independente. Esta, diferente da matriz, dedica-se mais a autores locais.

No Brasil, que De Nápoli visitou há cerca de uma semana para realizar workshops e oficinas - a convite da Prefeitura de Niterói, incentivada por Camila do Valle -, o projeto talvez esteja por nascer. O escritor Joca Reiners Terron entusiasmou-se com a idéia e tem reunido sua editora, a Ciência do Acidente, com representantes de outras pequenas, como a Amauta e a Baleia. Já começam ambiciosos: a idéia é que, até abril de 2006, tenham lançado ao menos dez títulos. Antes disso, no entanto, procuram cooperativas de catadores e organizações não-governamentais ligadas à inclusão social para realizar parcerias e tocar o projeto em conjunto.



Vinus et musica
Originally uploaded by Schröedinger's Cat.

Dando um pião,trombei com esse post no blog Treehugger: Cartoneros, Writers + Artists: Eloisa Cartonera Books.
(...) Cartoneros were born in the middle of the Argentinean crisis that exploded by 2001, when marginalized people started collecting cardboard to sell it to deposits for recycling. (...)


Vai vendo a rima no site Eloisa Cartonera:
(...) se editan libros con tapas de cartón comprado a cartoneros en la vía pública, pintados a mano por chicos que dejan de ser cartoneros cuando trabajan en el proyecto. Se publica material inédito, border y de vanguardia, de Argentina, Chile, México, Costa Rica, Uruguay, Brasil, Perú: es premisa editorial difundir a autores latinoamericanos.
El cartón se compra a $1,50 el kilo, cuando habitualmente se paga $0,30. Y por la realización, los chicos cobran $3 la hora de trabajo. El proyecto pretende generar mano de obra genuina, sustentada en la venta de libros. No posee financiación de ningún otro tipo. (...)


Teve o dom!
Olha a conversa no site Sarita Cartonera:
(...) Los libros cartoneros son cortados, pintados y encuadernados a mano por jóvenes recicladores de cartón de las zonas de Mirones, Palermo y otras. Quienes trabajan en el taller de la Casa Municipal del Vecino N° 5, cedida por la Municipalidad Metropolitana de Lima. Allí se fabrica cada uno de los ejemplares de Sarita Cartonera. Todos son distintos entre sí, no queremos repetirnos, Sarita Cartonera busca devolverle un valor especial a los libros. Las ediciones cartoneras son literatura en circulación, desprejuiciada colorida y rotunda. (...)


Demorou pra essa fita virar aqui em Pindorama, reciclador, escritor, agente da reciclagem, catador, desenhista e carroceiro a milhão. Se pam é pq na gringa a banca paga um pau pra leitura, liga o Brasil pagando comédia na Economist: Brazil, a nation of non-readers.

Sem miséria!

-> Arquivo: 7.2.2006 : I Concurso Literatura para Todos, seu blog pode virar livro e ganhar R$ 10 mil
-> Arquivo: 2.1.2006 : Editora Fina Flor, matéria no jornal Diário do Comércio
-> Arquivo: 15.6.2005 : Livros sob encomenda no Estadão 8/6/2005
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Reciclagem e Livros
-> Compartilhando Banners : Livro - A Economia Solidária no Brasil. A autogestão como resposta ao desemprego.
-> Technorati Tags: , , , , , , , , , , ,

10.1.06

Editora Fina Flor, matéria no jornal Diário do Comércio


Livro de notas com mosaico
Originally uploaded by Guapa_morena.

Liga nóis historinha das minas da microeditora Fina Flor. Correria estilo impressão sob demanda, artesanal, lado a lado com empreendedorismo, teletrabalho, pá e tal. 1-2 tá valendo replicar a levada pra blog ou fotolog q quer virar livro, literatura ou mercadoria, demorou. Vai vendo:

Jornal Diário do Comércio
23/11/2005 Sonaira San Pedro

Os livros exclusivos das moças de fino trato

Para Cristiana Lisbôa e Fernanda Tavares, a falta de dinheiro não foi empecilho para abrir a própria editora, a Fina Flor. A criatividade falou mais alto.

Fernanda Tavares (à esq.) comanda o negócio em Porto Alegre. Cristiane Lisbôa, em São Paulo. Além de unidas pelo sonho de publicar os próprios livros, a distância também foi vencida, graças à tecnologia, para a produção desta imagem, montada com duas fotos.

Os primeiros livros publicados pela editora eram cópias feitas em xerox e grampeadas. As tiragens dos livros da Fina Flor alcançam apenas os 300 exemplares. Um projeto para 80 unidades confeccionadas de forma artesanal custa em torno de R$ 4 mil. Os preços dos livros variam entre R$ 20 e R$ 200 e podem vir em pacotes especiais

Fina Flor. O nome da editora é tão esmerado como a proposta das duas irmãs gaúchas que a criaram, Cristiane Lisbôa, 24, e Fernanda, 18. A idéia é publicar livros com textos primorosos, e também transformá-los em obras de arte, aplicando trabalhos manuais. As edições nascem com tiragens pequenas, e são mantidas longe das prateleiras das livrarias.

O negócio está fazendo tanto sucesso que, menos de um ano depois que a editora foi fundada, ela já está se expandindo para a Europa. "Começou como uma grande brincadeira, quando uma amiga e eu juntamos vários fragmentos de nossos textos numa história só e fizemos livrinhos para distribuir de graça", lembra-se Cristiane.

A idéia chamou a atenção dos mais antenados, e Cristiane se uniu à dona de uma livraria de Porto Alegre para promover uma tarde literária. "Nós trocávamos meus livros, que na verdade eram um punhado de cópias xerox grampeadas, por alimento não perecível", conta Cristiane. "Arrecadamos 500 quilos em uma tarde." Era hora de ela publicar um "livro de verdade", e Cristiane não queria procurar uma editora, pois planejava fazê-lo de forma independente. "Organizamos uma lista de nomes possíveis para nossa minieditora, e então escolhemos Fina Flor", conta Fernanda, sua irmã, que acaba de entrar no negócio.

Porto Alegre–São Paulo

A editora já publicou sete livros, de autores como Xico Sá, Pink Wainer e Thaís Lima. Até o final do ano devem ser lançados mais três. Cristiane mora aqui em São Paulo, onde faz a avaliação literária dos originais que chegam com propostas de serem editados. Fernanda continua em Porto Alegre, onde viabiliza os recursos necessários à edição do livro, estima o prazo para que tudo fique pronto e organiza o lançamento e a divulgação. "Não temos uma linha editorial, mas dois conselheiros editoriais nos ajudam na escolha do que for bom, independente do gênero de texto", diz Fernanda.

Edições limitadas

As tiragens dos livros da Fina Flor nunca ultrapassam os 300 exemplares. "Primeiro porque não podíamos bancar uma edição muito grande, e fazer mil cópias de um escritor que está começando é pedir para estocar livro em casa", diz Fernanda. As livrarias, que ficam com metade do valor final do livro, estão fora dos planos das irmãs. Os exemplares são vendidos na festa de lançamento e também pelo site da editora, que tem serviço de entrega. "Queremos publicar textos com ótima qualidade literária, e com um quê de exclusividade", afirma Fernanda. Eles são mesmos incomuns, já que levam trabalhos artísticos manuais. "O livro do poeta Xico Sá tem a capa toda grampeada, texturas e vem dentro de uma meia", diz Fernanda.

Outro modelo da editora é vendido numa bolsa de vinil. Desse jeito, os livros também ganham valor de objeto. "A gente coloca a mão em todos eles, que levam o autógrafo dos seus autores", conta Fernanda. Toda a parte gráfica é pensada e produzida por um artista plástico. "O desafio é equilibrar história e o texto com um projeto gráfico interessante", diz Cristiane.

Obras e arte

A arte é o que mais influencia nos preços finais dos livros, que variam entre R$ 20 e R$ 200. "Quem compra o produto da Fina Flor não o leva apenas pelo texto, mas pela arte, pela vontade de ter uma obra acompanhando a história", afirma Fernanda. "As pessoas que só querem saber do texto podem xerocá-lo." O investimento médio em um projeto que tenha tiragem de 80 exemplares é de R$ 4 mil. Nesse caso, espera-se um retorno de R$ 7 mil. "Como escritora, acho um absurdo as editoras pagarem cerca de 5% do valor do livro para quem o escreve", diz Cristiane. "Então, pagamos 20% para o escritor."

Sem dinheiro

Quando os escritores Xico Sá e Pink Wainer procuraram as irmãs para lançar seus livros pela Fina Flor, a editora ainda não tinha dinheiro para investir nessa idéia. "Só que a gente queria abraçar o projeto de qualquer jeito, então eles pagaram a gráfica e nós produzimos os livros", conta Cristiane. "Pelo nosso trabalho, mais o serviço de entrega e o uso do nome da editora, ficamos com 10% do valor final de cada unidade." O resto do lucro foi repassado aos escritores. "Foi uma tentativa que está dando certo", diz Cristiane. "Que bom que apostamos naquela idéia!", reforça.

Revista literária

Da primeira investida aos últimos projetos, as irmãs deram um salto respeitoso. Já no ano que vem, elas devem lançar uma revista literária bimestral com o nome da editora. "Em 2006, só vamos editar dois livros, que ainda estão sendo selecionados", adianta Cristiane. "Eles são projetos ambiciosos e muito especiais para a Fina Flor, pois
também devem ser lançados em Portugal e na Espanha, de acordo com propostas que recebemos de lá." Ela conta que boa parte das vendas pela internet vão para a Península Ibérica e, por isso, as irmãs acreditam no mercado europeu. "O público estrangeiro que compra pelo nosso site tem pedido para fazermos os lançamentos também em seus países", orgulha-se Cristiane. E os bons ventos do sucesso já estão levando a fragrância criativa dessas duas flores para o Velho Continente.


Sentiu firmeza?
A revolução não será televisionada!

Update:
7.2.2006 : I Concurso Literatura para Todos, seu blog pode virar livro e ganhar R$ 10 mil

-> Arquivo: 15.6.2005 : Livros sob encomenda no Estadão 8/6/2005
-> Arquivo: 20.1.2005 : Manufaturas Impressão c2c - Micro editora Fina Flor
-> Taba : Discursando : Nas Listas : Metáfora : Copyleft impresso e manipulavel
-> Compartilhando Banners : Livro - Blogs!
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Livro e Apostila

8.7.05

Yummy - Biblioteca pessoal de PDFs

Biblioteca Livros Sobre Trilhos - Trensurb, RS

Vai vendo, gringo teve o dom de misturar gentenomia estilo delicious e rss pra organizar o corre de maluco q quer ter seu pdf guardado e se pam impressão sob demanda. Liga nois:
http://yummy.printfu.org

Ligeiro fiz um catado de ebook, apostila, uscambau e cai pra dentro na listinha:
http://yummy.printfu.org/yum.cfm/user/tupidataba

Bem louco. Se pam é fita dada estilo cafepress.com, gerando linkania e colaboração a milhão estilo c2c pra estrumbar o acervo e oferta de conteúdo e adiantando o lado na outra ponta pra manufatura, impressão, transação e entrega.
Armazem Digital ficou pequeno. :-)

Se pam esquema tb vira uma fita nessa levada mas estilo Camisetando, plugando na outra ponta uma pá de impressor, xerocador e encadernador independente, só na bolinha de meia.
A revolução não será televisionada!

-> Marketing Hacker : Solução para pirataria?
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Impressão
-> Taba : Cachimbando : Camisetando Ponto Tk

Novas profissões - Broker infomediário de bares e restaurantes no Orkut

bar do orkut!

Liga q dando um pião no Orkut 1-2 maluco tromba com uma pá de comunidades de bares e restaurantes, com a banca colando pra trocar uma idéia, marcar uma ponta, xavecar, uscambau.

Se pam vira uma novas profissão e oportunidade para agentes independentes tipo um mano pagar uma de broker, infomediário, lado a lado com o dono, empreendedor ou gerente do bar ou restaurante e na direta atualizar a comunidade do Orkut com cardápio do dia, reserva, pedido de entrega delivery, sugestão, calendário de eventos, receitas, correio elegante, promoção, desconto, fidelização, vixi, é só cair pra dentro.

Liga q o Orkut representa a milhão no perfil dos clientes, se virar tá valendo fazer pesquisa qualitativa, desenvolvimento de produto, lado a lado com a freguesia.
Se tiozinho achar embaçado morrer um malote, se pam o contrato de prestação de serviço pode ser tipo troca ou permuta, uso do espaço, xis refeições, ou se tiver o dom, só remunera o broker sobre incremento no faturamento ou número de novos clientes. Daquele jeito.

Outro esquema se maluco for experimentar essa correria, seria de integar peças de comunicação na goma mesmo, tipo cartaz, display de mesa, crachá, som ambiente, cardápio do delivery, decoração, merchandising, divulgando e completando o corre do orkut, pá e tal.

Tenta a sorte. Se virar, virou!

Updates:
24.8.2005: Democracia direta usando Orkut
8.8.2005: Sorteio na comunidade Eu Faço Boneca de Pano no Orkut

-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Orkut e Gmail
-> Compartilhando Banners : Livro - Free Agent Nation
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - Marketing para Bares e Restaurantes

14.6.05

Caravana da Comunicação 2005, rabiscando posters.

caravana_poster05
caravana_poster05, originally uploaded by tupi.

caravana_poster06
caravana_poster06, originally uploaded by tupi.

Liga nois, milidias no começo do ano, a trocando uma idéia com a Drica, se pam virava um rabisco pra correria Mediasana, uscambau.

-> Taba : Discursando : Rabiscos do Tupi
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Camisetas Personalizadas

2.1.05

Manufaturas c2c - Orkut e Enkanto

Mini-livro // Miniature book

Liga nois as comunidades no Orkut Handmade Books e Craft as Business, nessa última 1-2 trombei com umas minas trocando idéia do site http://www.enkantodasfadas.com.br. Fmz?

-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Orkut e Gmail
-> Compartilhando Banners : Mercado Livre : Artesanato Brasileiro

8.12.04

Manufaturas c2c - Gerador online de calendários para impressão

Liga nois tiozinho inventou esquema online pra gerar calendário bem louco, pra quem tiver o dom imprimir, recortar e montar. Vai vendo:



http://www.ii.uib.no/~arntzen/kalender/


Esquema correria de impressão descentralizada, build to order, c2c, pá e tal. Se pam virava agente independente oferecer o bagulho montado no Mercado Livre q tava valendo. Tem o dom?

Fui, nem me viu!

18.11.04

Trilhando: Armazemdigital.art.br

Liga o tiozinho q fez a fita da Booknet.com.br milianos? A banca se jogou em esquema de impressão sob demanda de livros e se pam audio visual uscambau. Demorou!
Liga nois: http://www.armazemdigital.art.br
Sentiu firmeza?
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