8.7.05

Novas profissões - Broker infomediário de bares e restaurantes no Orkut

bar do orkut!

Liga q dando um pião no Orkut 1-2 maluco tromba com uma pá de comunidades de bares e restaurantes, com a banca colando pra trocar uma idéia, marcar uma ponta, xavecar, uscambau.

Se pam vira uma novas profissão e oportunidade para agentes independentes tipo um mano pagar uma de broker, infomediário, lado a lado com o dono, empreendedor ou gerente do bar ou restaurante e na direta atualizar a comunidade do Orkut com cardápio do dia, reserva, pedido de entrega delivery, sugestão, calendário de eventos, receitas, correio elegante, promoção, desconto, fidelização, vixi, é só cair pra dentro.

Liga q o Orkut representa a milhão no perfil dos clientes, se virar tá valendo fazer pesquisa qualitativa, desenvolvimento de produto, lado a lado com a freguesia.
Se tiozinho achar embaçado morrer um malote, se pam o contrato de prestação de serviço pode ser tipo troca ou permuta, uso do espaço, xis refeições, ou se tiver o dom, só remunera o broker sobre incremento no faturamento ou número de novos clientes. Daquele jeito.

Outro esquema se maluco for experimentar essa correria, seria de integar peças de comunicação na goma mesmo, tipo cartaz, display de mesa, crachá, som ambiente, cardápio do delivery, decoração, merchandising, divulgando e completando o corre do orkut, pá e tal.

Tenta a sorte. Se virar, virou!

Updates:
24.8.2005: Democracia direta usando Orkut
8.8.2005: Sorteio na comunidade Eu Faço Boneca de Pano no Orkut

-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Orkut e Gmail
-> Compartilhando Banners : Livro - Free Agent Nation
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - Marketing para Bares e Restaurantes

7.7.05

Bolsinha feita com saco plástico reciclado



troca com Mikitah, originally uploaded by guguteo.
Liga fotinha da Guguteo no Flickr com bolsa q ela fez com saquinho plastico reciclado. Teve o dom!
Se pam receitinha da manufatura vira pro próximo recicle 1 político. :-)


Updates:
19.8.2005 : Etsy.com - Pelo fim da produção industrial em massa!
25.7.2005 : Escultura baseada em foto no Flickr

Veja no blog Idéias pro Mercado Livre:
06/11/2011 : Reciclagem de sacolas plásticas
03/10/2011 : Barco a vela para garrafas pet e embalagens de shampoo
14/08/2011 : Video de carrinhos feitos de garrafas pet recicladas
04/08/2011 : Video de boneco de neve feito com garrafas pet
29/07/2011 : Boliche de anões de jardim feito com garrafas pet recicladas
02/07/2007 : Coelho feito com garrafa pet reciclada

Veja no blog Brindes, Amostras Grátis e Coisas Achadas no Lixo:
- Lixo
-> Arquivo: 31.5.2005 : Tênis do filme A Vida Marinha de Steve Zissou
-> Arquivo: 2.1.2005 : Manufaturas c2c - Orkut e Enkanto
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Reciclagem ou Bolsa
-> Coletando : Camisa Online : Crie sua própria camisa
-> Compartilhando Banners : Artesanato Brasileiro
-> Prov0saction : Recicle1politico.midiatatica.org - Meme #42

6.7.05

Negroponte fala do Laptop de U$ 100 no Estadão

One Laptop per Child

Vai vendo reportagem no Estadão Economia milidias sobre a fita do computador portátil de 100 doletas, idéia do guru gringo pra distribuir pra molecada na escola aqui em pindorama. Leva uma fé? Olha a conversa:

Domingo, 3 de Julho de 2005

'Você e eu também vamos querer ter esse computador'

Lourival Sant’Anna Enviado especial
BRASÍLIA

A proeza do Media Lab de fazer um laptop de US$ 100, para ser distribuído em grande escala pelos governos a todos os alunos da rede pública, é possível porque se trata de uma organização sem fins lucrativos, que não tem de dar satisfação a acionistas nem impedir que a venda maciça de produtos mais baratos "canibalize" o mercado e achate a margem de lucro.

A explicação é do diretor do laboratório de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Nicholas Negroponte.
Além disso, diz ele, a operação não envolve venda, distribuição e marketing, que consomem metade dos custos.
E há uma terceira razão, "um pouco arrogante": eles acharam um jeito de fazer uma tela plana muito mais barata que a indústria convencional, e vão patenteá-la em benefício do projeto.
"Você e eu também vamos querer ter esse computador", diz Negroponte, que prevê a queda nos preços depois que seu laptop se tornar realidade.

Negroponte saiu animado das reuniões com o presidente Lula e com os ministros das Comunicações, da Educação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: "A reação do governo brasileiro ultrapassou minhas expectativas.
" Lula mandou criar um grupo de trabalho para elaborar, em 29 dias, um plano de viabilidade do projeto-piloto, que envolve a fabricação no Brasil e distribuição gratuita de 1 milhão de laptops.

Nesse primeiro ano, o plano é abranger cinco ou seis países, e um total de 6 milhões de crianças.
Dessas, 3 milhões estariam na China, que também deve fabricar os laptops.
Os outros 2 milhões, em países que não produzirão a máquina, são um mercado potencial de exportação, que em 18 meses se multiplicaria para entre 100 milhões e 200 milhões, calcula ele.

Depois de dois dias de reuniões em Brasília, Negroponte, 61 anos, autor de Ser Digital (1995), um marco na literatura sobre a revolução da informática e da internet, concedeu esta entrevista ao Estado.

Se vocês podem, por que a indústria não pode fabricar um laptop por US$ 100?

Por três razões.
Como estamos entregando diretamente para as escolas, via governos, não temos os custos de distribuição, marketing e vendas, que tipicamente representam 50% do custo total.
Segundo, não temos acionistas, portanto todo desenvolvimento técnico que alcançamos pode ser usado em benefício do usuário final.
A terceira razão, que é um pouco arrogante, é que achamos que nós podemos fazer uma tela muito mais barata.
Vamos licenciar isso, vender para companhias privadas e empregar esse dinheiro no projeto.

Na indústria convencional, o progresso tecnológico não resulta na queda do preço?

Eles têm de equilibrar o tamanho do mercado e a margem de lucro.
Mesmo que o mercado aumente com a diminuição do preço, eles não podem contar com o volume para compensar a diferença na redução da margem de lucro.
Volume tende a ser encarado como commodity, talvez a palavra mais suja na sala de reuniões de um conselho de administração.
Quando a ouvem, correm para o outro lado.
Sei disso por meu papel de diretor na Motorola e em outras companhias.
O que eles procuram fazer é criar novas funcionalidades, melhorar o design, a qualidade.

Os ganhos de escala não compensam a diminuição da margem?

Eles precisam tomar cuidado para que esses novos aparelhos, mais baratos, não canibalizem o mercado que eles já têm.
É uma questão muito delicada.
Eles têm uma responsabilidade legal e fiduciária frente a seus acionistas, enquanto a nossa responsabilidade é perante o usuário final.
É uma diferença muito importante.

Como a indústria reagirá ao seu laptop de US$ 100?

Ela já está reagindo.
Aqueles que advogam a fonte aberta (do sistema operacional Linux) estão muito entusiasmados, e os que a criticam estão muito negativos.
A indústria de bens de consumo eletrônicos está nervosa porque muitos dos grandes players estão tentando se tornar nomes de marcas e subir de patamar.
E isso (o laptop de US$ 100) significa descer.
Já a indústria do laptop está muito desconfortável, porque a funcionalidade que teremos será tão boa que você e eu também vamos querer ter esse computador.
Pelo menos na segunda e na terceira gerações (entre 2007 e 2008).

Ele poderá ser vendido, no futuro?

Esperamos que, nos primeiros dois ou três anos, ele não esteja à venda no mercado.
Mas terceiros comprarão a licença para desenvolver a tecnologia.

E os preços no mercado cairiam?

Acho que é uma tendência natural.

E a Microsoft, como está reagindo?

Tenho conversado com o Bill (Gates) sobre isso.
Ele acredita que a questão central em países em desenvolvimento é a conectividade, e está focado nela.
Eles têm feito acordos muito interessantes com países como o México, para fornecer Windows a custo baixo.

Mas isso ainda não é fonte aberta.

Não estou criticando o Bill.
Quando se adota a fonte aberta, como fizemos, é um fenômeno diferente.

Qual é o mercado potencial de exportação, caso o Brasil venha a produzir esse laptop?

A primeira versão da máquina, que sairá no fim do ano que vem, serão 1 milhão no Brasil e outros 2 milhões noutros países.
Mas, 18 meses mais tarde, serão entre 100 milhões e 200 milhões de máquinas.
O Brasil só precisa de 30 milhões (número de alunos na rede pública).
Se o projeto realmente decolar, estamos falando de um mercado de exportação pelo menos cinco vezes o mercado interno.
O que não sei é o custo de entrar e sair do Brasil com produtos como painéis de telas planas, que não são fabricados aqui.
Temos de estudar isso em seguida.
A maior parte é feita em Taiwan e no Japão.
E uma parte também está sendo feita na China.

Não dá tempo para adquirir a tecnologia para fabricá-los aqui?

Não na primeira geração, mas na segunda, terceira, quarta.
O Brasil não fez algo inovador com urnas eletrônicas?

Fez.

Então, já há um precedente.

Que mapa o senhor tem na cabeça? Que países devem ser atingidos?

É preciso encontrar uma forma de atingir todos os países.
No mundo, há cerca de 1 bilhão de crianças no ensino fundamental e médio.
Queremos atender a todas elas em, digamos, cinco anos.
É muito difícil.

Estamos tentando começar imediatamente com cinco países - na África, Oriente Médio, Sudeste Asiático, América Latina e nos Estados Unidos.
Muitos desses países não têm condições de produzir localmente.
Só haverá produção em dois ou três lugares do mundo.

Os Estados Unidos serão um deles?

Não necessariamente.
O Brasil será um deles, a China será outro.

O senhor imagina uma única fábrica estatal produzindo tudo, ou várias empresas privadas participando?

Imagino uma ONG - é isso que temos de desenhar nas próximas três semanas -, que não terá mais de 20 pessoas, organizando a montagem dos computadores, encomendando de fabricantes contratados e inspecionando a produção.
Temos de estudar agora cuidadosamente quais fabricantes no Brasil são candidatos.

Três semanas não é muito tempo.

Não, mas só precisamos estabelecer agora modelos e pontos de referência.

Como têm sido as conversas com os chineses?

Vimos conversando com integrantes do mais alto nível do governo central, há um ano.
Estive lá pelo menos dez vezes.
Na China, há 220 milhões de crianças nas escolas públicas primárias e secundárias.
Estamos falando de um projeto-piloto com 3 milhões de crianças.

E com a Índia?

Conversei bastante com o governo indiano.
A Índia tem sua própria iniciativa, com um computador de baixo custo.
Eles vêem isso como concorrência, o que é uma pena, porque o nosso não é um computador, mas um laptop.
Para pequenos negócios, o laptop não é necessário.
Mas, para estudantes, precisa ser como um livro, que eles possam trazer para a escola e levar para casa, ir para a cama com ele, usá-lo em todos os lugares.

Vocês já fizeram experiências assim?

Sim, em muitos lugares.
Começamos no Camboja, com um projeto pessoal, no fim dos anos 90, quando o dinheiro estava dando em penca.
Minha mulher e eu construímos duas escolas em vilarejos muito rurais, no norte do país, perto da fronteira entre a Tailândia e o Laos, num território do Khmer Vermelho.
Em 1995, as pessoas não iam lá por causa das minas.
Fui para lá porque conhecia Thaksin Shinawatra, que mais tarde se tornou primeiro-ministro da Tailândia, mas na época era um executivo da indústria de telecomunicações e tinha satélites.
Consegui que a companhia dele nos desse duas antenas de satélite e acesso grátis.
Conectamos as escolas.
Eu queria que as crianças levassem os computadores para casa.
Não fazia sentido pôr desktops e fechar as escolas.
Tinham de ser laptops.
Comprei 30 laptops e, depois, mais 30.
Comecei com meu próprio dinheiro, portanto não foi uma experiência grande.

Aqui, quando vão à escola com um tênis bacana, as crianças são freqüentemente roubadas. O risco não será muito maior, com um laptop?

Em primeiro lugar, são US$ 100.
Não é tão caro.
Ele não terá valor algum no varejo.
Quem o roubar terá de usá-lo no segredo de sua casa, porque ser visto com ele será como um estigma, como roubar da Igreja ou da Cruz Vermelha.
Você pode roubar um kit de primeiros socorros da Cruz Vermelha.
Mas todos vão ver o selo da Cruz Vermelha e saberão que você a roubou.

Conectar-se à internet custa caro.
Encontraremos formas de torná-lo barato.
Por meio da tecnologia viral, que está pronta para uso, os computadores criarão uma rede entre eles.
Haverá pontos de acesso nas escolas, que conectarão uma criança à outra e todas a um servidor.
Se a criança estiver a 500 metros de outra, estará conectada.
A propósito, todas as crianças terão de manter seus laptops ligados o tempo todo.
Para isso, terá de haver eletricidade, baterias, energia à corda ou algo do gênero.

Mas também será necessária parceria com as empresas de telecomunicações?

Sim.

Começamos a conversar sobre isso num jantar, na segunda-feira, com executivos da Telefônica, da Telemar e da Brasil Telecom.

A reação do governo brasileiro atingiu suas expectativas?

Ultrapassou minhas expectativas.
Eu esperava que o presidente ficasse bastante entusiasmado, porque ele sentiria que isso é muito bom para o país.
O que eu não esperava era uma reação tão favorável dos ministérios das Comunicações, da Educação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Normalmente, os ministros da Educação ficam tão assoberbados com professores, sindicatos, problemas, que não pensam muito grande.
Esse ministro (Tarso Genro) é um grande pensador.

No fim, o sr. poderá ter de convencer o ministro da Fazenda, que tem a chave do cofre.

Sim, mas, como não estamos exportando dinheiro para o MIT ou para fora do país, acho que não será muito difícil.


Cabelo avoa! Paguei um pau pra esse esquema de "rede viral", cada máquina um servidor, na levada da banca Metafora Colab trocando idéia. Sentiu firmeza?
Liga q milianos rimaram uma correria parecida no Paraná, com laptop linux uscambau. Vai vendo noticia de 2002: Paraná vai implantar caderno digital

Com o objetivo de democratizar o conhecimento para os alunos do ensino médio e levá-los a ter acesso à internet, o governo do Paraná lança em agosto o Projeto Caderno Digital, com a entrega de microcomputadores, que servirão como ferramenta para o estudo, para a primeira turma no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba. No projeto-piloto, 40 alunos do 1º ano do 2º graus serão beneficiados.

(...) O coordenador do projeto, Alessandro de Oliveira Binhara, disse que o microcomputador carrega a qualidade do desktop e a portabilidade do laptop. Para diminuir os custos, o teclado e o mouse são do desktop, que podem ficar fixos tanto em casa quanto na escola. O aparelho portátil possui o vídeo e o CPU. Ele vem embalado em uma mochila escolar, para não chamar muito a atenção. O consumo de apenas 20 watts de energia não exige readequações nas instalações elétricas, enquanto a ausência de peças móveis diminui a necessidade de manutenção.

(...)


Sei lá se essa fita virou. Tinha tb a conversinha do Simputer na India, pda linux barato, dá linha na pipa q é daquele jeito.

Tá valendo. Fui, nem me viu!

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Balanço do trimestre na Tabadotupi - abril a junho de 2005

Liga nois o salve ontem na Tabadotupi com o relatório do último trimestre, assinado pelo editor da Taba. Só no sapatinho, vai vendo:
- Balanço do Trimestre abril a junho de 2005
- Extrato do trimestre da Tabadotupi.tk, ano 3, abril a junho de 2005.

E' nois envolvido!
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2.7.05

Funk Carioca, arranjo produtivo copyleft na Revista Carta Capital

funk-party

Liga q milidias a Revista Carta Capital (27/4/2005) versou sobre o livro Batidão – Uma História do Funk do jornalista Silvio Essinger e a estréia do filme Sou Feia, mas Tô na Moda, da diretora Denise Garcia. Olha a conversa:
segundo Denise Garcia, não são raros os funkeiros que se desdobram em nove shows por semana, por R$ 400 a cada baile – mais que R$ 14 mil mensais. “Ou seja, eles ganham mais do que eu!”, espanta-se. “É inclusão social feita por eles mesmos, sem precisar da nossa aprovação. Criaram um meio de ter identidade dentro e fora da favela, é quase um milagre.”

Demorou! A banca tem o dom. Segue a rima:
o funk carioca seria “a nova música eletrônica”, em tradução tipicamente brasileira.
(...)
Muitas músicas estouram antes mesmo de saírem em CD, subvertem toda a lógica da indústria. É uma saudável volta aos tempos em que a música aparecia na tradição oral antes de virar sucesso de rádio”.
(...)
Deize Tigrona, uma das estrelas de seu filme, é prova viva. Com 24 anos, casada e mãe de uma filha, há poucas semanas Deize voou de avião pela primeira vez, da Cidade de Deus para São Paulo, onde cantaria na boate de classe média alta Lov.e. Ela fala sobre si e sobre o porquê de quase ter perdido o vôo: “Sou empregada doméstica em Jacarepaguá, saí às 17 horas e fui fazer a unha. Perdi o vôo, tive que pagar R$ 100 para pegar outro. No outro dia, a patroa falou: ‘Que cara de cansada’. Contei tudo, a mulher quase deu um treco pra trás, ‘nossa, tenho uma artista em casa’. Agora ela não fala mais mal do funk. Toda semana pergunta se fiz algum show, me aconselha a economizar o que ganhar”.
Deize saca argumento simples e direto para defender sua música: “Para mim, funk tem qualidade, e se não tiver vai passar a ter. Você é da classe média ou alta? Eu sou da baixa, e você está me telefonando...”
(...)

Liga q o mano Marcelo chegou chegando no blog Martelada repercutindo a matéria: O bonde do tigrão vai anarquizar o bananão. E a banca do Cineclube Falcatrua caiu pra dentro exibindo o filme da Denise. Liga nois o salve no Conversê:
SOU FEIA MAS TÔ NA MODA
60', video, cor, documentário, 2005
Percorrendo bailes funk durante um ano com uma equipe reduzida, Denise Garcia documentou as performances e o dia-a-dia de artistas que estão fazendo o movimento do funk carioca hoje como Cidinho e Doca, DJ Marlboro e em especial as funkeiras como Deise da Injeção, Vanessinha Pikachú, Tati Quebra-Barraco e diversos bondes de meninas.

Bem louco!
Milianos li na Folha de SP q um maluco na USP defendeu uma tese pesquisando os mercados de audio-visual q não tinham visibilidade na mídia de massa. Tipo o funk no RJ, rap em SP e música evangélica (os irmãos tinham o dom de manter fábrica de vinil só pra prensar discos, lowtech, barato, sem desperdício). Se pam, economicamente, representavam a milhão, pau a pau com tiozinho q paga de gatão na TV, uscambau.
Tipo o funk, uma pá de bonde, mc, dj, rimando e gravando CD em cima da laje, queimando tiragem e vendendo ali mesmo na quebrada. Faz um corre fazendo show, vale colar na Bigmix e Furacão 2000, patrocínio e merchandising daquele pano dahora, vixi tá dominado. Mas nem assinar canetinha de royalties, copyright, majors, gravadora industrial de massa, jabá, uscambau. Já é!
Bacana vai chiar, acusando proibidão de apologia o crime, baixaria, aquela treta. Passa um pano, se pam é como versa os Racionais: "Playboy bom é chinês, australiano. Fala feio, mora longe e não me chama de mano."
A revolução não será televisionada!

Updates
29.4.2006 : Sou Feia Mas Tô na Moda, documentário de Denise Garcia
12.3.2006 : Deize Tigrona e Edu K no video clip Sex-O-matic

-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - Batidão. Uma História do Funk
-> Compartilhando Banners : CD - Na Humildade
-> Coletando : Mercado Livre: Funk Carioca e Calça da Gang



28.6.05

Wikipes, Wikihow, Wikicities e Seedwiki ilimitado

Liga nois, milidias uma pá de correria wiki estrumbou grandão. Vai vendo:
Wikipes - Wiki de receitas de culinária, alimentos, bebidas, uscambau.
Wikihow - Wiki pra tutoriais, como fazer, faça vc mesmo, uscambau. Até a wired pagou um pau.
Wikicities - Wikifarm da wikimedia, banca da wikipédia. Mas tem q chegar pedindo licença, moderador, daquele jeito.
Liga q até o Seedwiki, wikifarm da Taba, ligeiro fez um corre com Google Adsense e agora tem o dom de liberar qtas pgs e wikis q quiser, desde q não passe de 100 mb. Cabelo avoa!
Bem louco, vai na fé mas tipo cuidado pra não noiar pagando uma de wikipedicaolico :-D
A revolução não será televisionada!
-> Taba : Cachimbando : Wikifarmbrasil Ponto Net
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - The wiki wiki way
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24.6.05

Universo Paralelo no Mojave, 30/6/2005


up, originally uploaded by tupi.

Liga nois: 30/6/2005 no Mojave. Mais um corre da Teca do blog Depois do Tiro. Fmz?
-> Compartilhando Banners : Livro - Capão Pecado.
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22.6.05

Diretor de cinema e pedreiro no jornal O Estado de SP

_MG_0507

Falai' manos, milidias (12/6/2005) trombei com essa entrevista, tipo o repórter Moacir Assunção trocando idéia com Miguel Batista dos Santos. Tiozinho de Diadema, pedreiro, tb faz um corre como ator e cineasta, queima o próprio dvd, tem o dom, se pam até é copyleft, vai vendo:
Os calos nas maos de Miguel Batista dos Santos, de 57 anos, revelam que ele, cineasta com seis filmes no curriculo como diretore ator, alem do terceiro lugarno Festival de Arte Plinio Marcos, exerce outra funcao que tem pouco de intelectual.
Pedreiro, Santos ganha a vida construindo e reformando casas no Jardim Marilene, periferia de Diadema. O cinema entrou como hobby em sua vida, depois que fez curso de roteiro em uma oficina cultural. O sonho desse cearense de voz grave e barba espessa, e tornar profissao esse hobby, trocando as pas de pedreiro pelas cameras.

De que forma, o senhor comecou a se envolver com cinema?
Ha quase seis anos, fiz o curso deroteiro. Diadema, com 30 quilometros quadrados, tem dez centros culturais, o que da uma cada 3 quilometros, bem acima da media da capital. Um dia, um rapaz, o Jose, me convidou para participar do curta-metragem Sobreviver, que conta a historia dos nordestinos da cidade. Eu topei e , depois disso, comecei a fazer varios outros cursos na area. Hoje, sou ator e diretor.

Quantos filmes o senhor ja fez?
Foram varios, os principais sao Pisadas Marcantes, com o qual ganhei o premio, em parceria com o colega Arnaldo Malta, o Kruzmanta, o Sobreviver e A Mulher e a Flor. Na semana passada, perdi tres dias de trabalho para terminar de gravar um outro filme, ainda sem titulo.

Seus clientes acreditam quando o senhor diz que e cineasta?
Tem gente que me acha louco. Alguns dizem assim: esse cara, todo sujo, cheio de lama, pensa que e cineasta, mas como e possivel ser cineasta e pedreiro? A maioria acredita, porque levo filmes, em DVD, para verem. Uma parente da Bahia veio, depois que mandei meus filmes, so para conhecer o primo que faz cinema em Sao Paulo.

Ja fez algum papel muito diferente de sua vida real em um filme?
Fui milionario em um dos filmes. Poucosdiasdepois,participei de um evento de cineclubes
em Sao Paulo e fiquei num hotel chique. Ao voltar para casa, perguntei, brincando, aminha mulher se era aquilo mesmo que eu, um homem rico, ia comer.

Ate que serie o senhor estudou?
Tenho o 2o grau incompleto.

Ha quanto tempo trabalha como pedreiro?
Ha mais de 30 anos, desde que sai da minha cidade, Limoeiro do Norte, no Ceara. Antes, fui carpinteiro no Para e guarda noturno no Rio. A profissao ajuda a fazer cinema porque, como autonomo, me acerto nos horarios. As vezes,digo que meu hobby e ser pedreiro, mas nao e verdade. Sobrevivo disso (risos).

Qual o seu filme e diretor prediletos?
Como diretor, o que mais gosto e o Joao Batista de Andrade, de O Homem que Virou Suco e Greve, oriundo do movimento cineclubista, que e o atual secretario estadual de Cultura. O meu filme preferido e o Lamarca, de Sergio Rezende.

Ja conseguiu ganhar algum dinheiro com o cinema?
Tiro do bolso para conseguir gravar. Por enquanto, os filmes so aparecem no circuito de cineclubes, principalmente no Assuncao Hernandes, de Diadema, do qual participo, mas quem sabe da para ir um pouco alem. Continuo ganhando a vida mesmo como pedreiro.

Tiozinho tem o dom! Se pam, na mesma levada do bombeiro cineasta Afonso Brazza e do Semi Salomão de Apucarana. Mais Cufa, Pepa Filmes, Toscografics, Trashworks, Pg do Rafinha, vixi, cabelo avoa.

-> Compartilhando Banners : DVD - O invasor
-> Conversê : Filmes brasileiros em CC/GPL
-> Autolabs : Bruxa de Apucarana lota cinemas da cidade
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : DVD

Telecentros auto sustentados e planos de negócios copyleft

Liga q milidias, em março, trombei com essa matéria no Link Estadão sobre correria tipo edital pra Telecentros do Governo federal, vai vendo: Casa Brasil aposta na inclusão coletiva (...) Prefeituras, governos estaduais, ONGs e universidades podem apresentar projetos (de Telecentros). Vence quem apresentar os melhores projetos de sustentabilidade para que cada Casa se mantenha por pelo menos mais dois anos.
Liga q essa conversa de auto sustentabilidade tem chão, tipo um secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior rimou nessa levada milianos.
Se pam, infra de acesso, software e uma pá de maluco q tem o dom de mexer no bagulho todo, vira fita e correria de montão pra fazer um adianto em empreendimentos de agentes independentes, autônomos, prestadores de serviço, artesãos, uscambau. Lado a lado a banca da economia informal, emergente, real. Tudo no bolinho: puxadinho, web, mercados online c2c, memergencia, arranjos produtivos copyleft, cabelo avoa!
Liga q idéia a milhão não vai faltar, tipo milidias trombei com esse salve do blog Smart Mobs avisando de bagulho novo tipo plano de negócios inclusivos sem treta de non disclosure agreement, uscambau. Tiozinho gringo Azizi Jennis se jogou, fez continha, plano, e rimou a fita dada, maior mamão, olha a conversa: Introducing Office Express : A Creative Commons Business Concept.
Se pam ligeiro vira um esquema sourceforge.net com catado de planos de negócios sustentáveis, solidários, inclusivos, tudo sob licença copyleft. Ia ser bem louco.
Põe dessa pra mim, se embaçar com telecentros com malote de governo, plano tá valendo pra lan houses populares ching ling 2.0, estrumba na quebrada a milhão. Moleque tem o dom no mozila, nunca gela no código, 1-2 faz o corre de infomediário de motorista, pedreiro, carreto, cozinheira, diarista, costureira, vixi, sem miséria. Moeda social, sistema monetário alternativo, reciclagem... respeito é pra quem tem. Fui, nem me viu!

-> Taba : Cachimbando : Cachimbando
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-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Reciclagem
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20.6.05

Batuta de Blogs

Liga nois, o mano Kenji do Vardump passou a batuta.
Volume total de música no meu computador: 20 mb (É mb mesmo, só na bolinha de meia, destaque para o Bonde da Chatuba de Mesquita :-)
Último CD q comprei: Racionais MC's - Nada como um dia após o outro dia
Música tocando nesse momento: De Menos Crime - Mina do pé sujo
Cinco músicas q eu escuto bastante:
1. Jorge Benjor - Os alquimistas estão chegando
2. Racionais MC's - Negro Drama
3. Chico Science e Nação Zumbi - O dia em q Isaac Asimov encontrou Santos Dumond no céu
4. Sabotagem - Respeito é pra quem tem
5. Rita Lee - Meu bom José
Cinco pessoas para quem estou passando A Batuta:
- Hernani
- Drica
- Felipe
- Amanda
- Bicarato
É nóis! Fui, nem me viu!
-> Taba : Cachimbando : Memergencia Blogspot Ponto Com
-> Compartilhando Banners : CD - Nada como um dia após o outro dia
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : MP3
-> Technorati Tags: , , , , ,

15.6.05

Livros sob encomenda no Estadão 8/6/2005

Liga nois, trombei com essa matéria sobre impressão sob demanda: Livro sob encomenda vira arma contra fraude. Se pam esse esquema vira pra distribuir conteúdo de texto copyleft, descentralizado, uscambau. Tipo uma pá de autores copyleft lado a lado com agentes independentes de diagramação, impressão, encadernação, design, pá e tal.
Liga copy paste da matéria:
Livro sob encomenda vira arma contra fraude
Instituição de ensino fecha acordo com editoras e consegue reduzir em quatro vezes o preço de capa.
Agnaldo Brito

É um livro diferente. O conteúdo? Escolhido a dedo, apenas o que interessa. É assim que uma instituição educacional e algumas editoras brasileiras começam a driblar a fraude que erodiu o mercado de livros técnico-científicos, um problema que cortou 10 mil empregos e R$ 400 milhões em receita, valor igual ao mercado formal, diz a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR).

A Anhanguera Educacional, mantenedora de dez faculdades no interior de São Paulo, com 80 cursos, transformou o problema em um novo mercado para as editoras. Criou neste ano o Programa Livro-Texto. Em vez de obrigar os alunos a tirar cópias de livros, criou uma parceria com quatro editoras que fazem tiragens "personalizadas" para as disciplinas da instituição. Novas editoras devem ser convidadas a participar da iniciativa, considerada uma saída para o combate ao problema.

O acordo já viabilizou a tiragem de 32 mil exemplares. Quatro livros foram publicados conforme a demanda da Anhanguera Educacional, dois deles uma espécie de livro-frankenstein, montados com textos de diferentes publicações. Outros quatro foram encomendados para o segundo semestre. "Há uma disciplina comum em vários cursos que trata do desenvolvimento profissional dos alunos. Não existe no mercado um só livro que reúna textos considerados relevantes para a disciplina. Criamos um livro personalizado, com todo o conteúdo que achamos importante. As editoras cotizaram-se e lançaram em conjunto um livro-texto para nós", explica Antonio Carbonari Netto, presidente da Anhanguera Educacional. O resultado é que os textos reunidos num único livro renderam uma tiragem de 9 mil exemplares.

A idéia ataca o foco do problema da pirataria em universidades: o custo dos títulos e o número de livros necessários ao acompanhamento da disciplina. O Programa Livro-Texto da instituição mantém o seguinte acordo com as editoras: oferece escala nas tiragens e exige como contrapartida o menor preço possível. Para se ter uma idéia do desconto obtido a partir do preço de capa, um dos oito livros encomendados para os alunos tinha valor, em livraria, de R$ 68. Pelo acordo, o valor final para o aluno foi de R$ 12, divididos em três parcelas de R$ 4, no boleto. Outra publicação tinha valor de R$ 108 na livraria. O preço final baixou para R$ 26, também parcelado no boleto da mensalidade.

A meta da instituição é, além de oferecer o livro-texto para as disciplinas comuns, criar obras específicas para as matérias mais avançadas dos cursos. Até o ano que vem, o universo de obras no Programa Livro-Texto pode chegar a 60 títulos. Tudo legal, com a devida autorização dos autores para eventuais desmembramento da obra original. Quem é remunerado? A editora, pelos direitos de edição, e o autor da obra.

Quatro editoras participam do projeto: a americana Pearson e as brasileiras Campus, LTC e Saraiva. Segundo Henrique Farinha, diretor editorial universitário e de publicações eletrônicas da Editora Saraiva, a iniciativa é relevante por um motivo simples: incorpora ao mercado quem não comprava livros. Até agora, a grande maioria dos universitários adquire os conteúdos de que necessita de forma ilegal. A idéia é apontada até pela própria ABDR como uma forma eficiente de combate à pirataria universitária.

"É um novo mercado, a partir do fato de que traz à legalidade um consumidor que não existia. Acho que haverá novas universidades envolvidas em projetos semelhantes. Isso pode dar escala, pois permite que o livro tenha um preço mais baixo e cria um mercado regular, com pagamento sobre os direitos de conteúdo, dos autores e de edição", explica Farinha. Segundo o diretor da Saraiva, ainda é um negócio pequeno, mas "com tendência a ganhar corpo".

O fator preponderante para o avanço da idéia é o preço. Segundo Farinha, o custo por página do livro-texto é ligeiramente maior que uma cópia, cujo valor varia entre cinco e sete centavos de real. Segundo o presidente da ABDR, Enoch Bruder, a iniciativa faz parte do leque de opções para o combate à pirataria nas universidades. Mas, para o desenvolvimento do negócio, é preciso o "planejamento das universidades" na escolha dos livros.

Fui, nem me viu!

Update:
7.2.2006 : I Concurso Literatura para Todos, seu blog pode virar livro e ganhar R$ 10 mil
10.1.2006 : Editora Fina Flor, matéria no jornal Diário do Comércio

-> Arquivo: 20.1.2005 : Manufaturas Impressão c2c - Micro editora Fina Flor
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Impressão
-> Compartilhando Banners : Livro - Free Agent Nation
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14.6.05

Caravana da Comunicação 2005, rabiscando posters.

caravana_poster05
caravana_poster05, originally uploaded by tupi.

caravana_poster06
caravana_poster06, originally uploaded by tupi.

Liga nois, milidias no começo do ano, a trocando uma idéia com a Drica, se pam virava um rabisco pra correria Mediasana, uscambau.

-> Taba : Discursando : Rabiscos do Tupi
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Camisetas Personalizadas

13.6.05

43 things em portugues

Ligeiro maluco teve o dom. 43 coisas, rede social, gentenomia, listinha de tarefas, uscambau. O q vc quer fazer com sua vida? Vai vendo!


-> Arquivo: 3.6.2005 : 43 things com vários upgrades
-> Arquivo: 6.5.2005: Teletrabalho e gerenciamento de projetos online, Evhead, Sproutliner.com e Backpackit.com
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Livros
-> Compartilhando Banners : Livro - A Sociedade em Rede
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9.6.05

Eleição para o board da wikipedia - Fundação Wikimedia - 2005

Mano, vai vendo, trombei na wikipedia em português com esse salve: Eleições para o comitê da Fundação Wikimedia 2005. Bem louco, tipo só pode representar no esquema maluco com x participações wiki nas costas. Democracia direta, descentralização, copyleft, autogestão... reputação online como moeda digital, valor, até umas horas. Cabelo avoa!
Pode vir mundão, chega mais:
Entrada dos candidatos de Terça-feira, 0:00 Junho 7, 2005 (UTC)a Segunda-feira, 24:00 Junho 27, 2005 (UTC)
Votação de Terça-feira, 0:00 Junho 28, 2005 (UTC) a Segunda-feira, 24:00 Julho 11, 2005 (UTC)

Teve o dom! 1-2 a fundação estrumba, investidor, doação, wikinews, wikifarm, wikictionary, vixi... ligeiro vira malote forrar, se pam membro eleito do board pode vir a ganhar salário, né naum? Sem miséria, daquele jeito.
Liga nois, ligeiro vai ter mano pagando uma de gatão, colando no board da Wikimedia, rimando em português, idéia de mil graus, tupiquim, uscambau. Tipo, eu pago um pau pra usuária Jurema de Oliveira. Essa representa, milianos na pt.wikipedia.org!
A revolução não será televisionada!

-> Tupidataba : Arquivo 03/2005 : Reputação como sistema monetário alternativo
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - The wiki wiki way
-> Compartilhando Banners : Livro - Free Agent Nation
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8.6.05

Feliz Blogversário! Alfarrabio.org, 4 anos.

Vai vendo, mandando um salve pro mano Bicarato q fez 4 anos de blog Alfarrábio.org.
Teve o dom!
-> Taba : Trilhando : Trilhando Tapuias
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3.6.05

Tem o dom?

43 things com vários upgrades

Mano, colei no blog Carreirasolo.org e o mano lá rimou sobre esquema blog com 43 things… milianos qdo colei lá bagulho era só no sapatinho, mas idéia de mil graus. Ligeiro maluco inventou uma pá de coisa, blog, localização, rede social, tags, vixi, cabelo avoa! Tem o dom?


Update:
3.6.2005 : 43 things em português

-> Arquivo: 6.5.2005: Teletrabalho e gerenciamento de projetos online, Evhead, Sproutliner.com e Backpackit.com
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Livros
-> Coletando : Amazon : Livro - Getting Things Done : The Art of Stress-Free Productivity
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Bem louco

Fui, nem me viu!

2.6.05

Arquitetura nômade urbana em Sampa

Liga nois, hoje no Jornal da Tarde saiu matéria de tiozinho carrinheiro de Sampa q trampa, mora e faz as correrias com um veículo de carga movido a tração humana q 1-2 vira casa na levada nômade urbana. Tipo até tem o dom de ter animal de estimação, lado a lado, pá e tal.
Vai vendo a manchete: 25 anos vivendo na carrocinha com os cães. Na matéria segue a rima d q milidias playboy pagou um pau e chegou chegando oferecendo R$ 600,00 na cachorrinha do maluco, mas nem, preferiu ficar com o animal, daquele jeito.
É embaçado ou não é?

Updates:
15.8.2005 : Projetos de arquitetura nômade de Lerner para Prefeitura de São Paulo no JT
27.7.2005 : Concurso Design de Caráter Social - Transporte individual de carga e reciclagem


-> Arquivo: 8.12.2004 : Meme Corporativo: Ben & Jerry's patrocinando arquitetura e moda nômade homeless
- > Coletando : Amazon : Livro - Mobile, the art of portable architecture
-> Coletando : Livraria Cultura: Livro - Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos
-> Coletando : Mercado Livre : Busca : Reciclagem ou Barracas
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